segunda-feira, junho 30, 2008

Honra e Glória Eterna, oh Grande, Enorme Líder ,,,

Não, não estamos na Coreia do Norte. Não, "tampouco" estamos nos gloriosos e omniosos tempos de Estaline, menos ainda estamos a venerar o Grande Educador da Classe Operária, Mao Tze Tung.

Somos mais simples, Aqui o "culto da personalidade" é de "OURO".

Mais eu diria que é verdadeiramente de "LATA".

Trapalhices do joão do sião

"É um psicopata ostentativo - ou seja, é capaz das mais extremas atitudes para que continuem a prestar-lhe atenção."

Não sou eu que digo é um cristão novo que eu cá conheço (de há poucos dias para cá).

Porquê? Porque quem com ele não concordar leva logo com estes epítetos. Outro por ele utilizado é o de "mitómano".

Afinfa-lhes rapaz, quanto mais os insultares mais eles são lidos e conhecidos.

Pessoas há que à falta de argumentos insultam as pessoas. E eu estou, sem querer, a ir pelo caminho dele (que horror!!!).
Então não é que lhe chamei "cristão novo". Não queria, peço desculpa...

100 anos do 5 de Outubro



Andam todos num afã agora que a loja resolveu comemorar os 100 anos do Outubro de 191o.
Francisco Carromeu, um das pontas de lança da chafarica assumiu, desde já, a liderança (provisória, parece) do comemoracionismo.

Carromeu é o defensor da tese (também de Aquilino, o transplantado para o panteão...) de que o Buiça e o Costa mataram o Rei e o Principe por não se encontrar João Franco à mão de semear (ou melhor dito: à arma de disparar).

No entanto Carromeu é de ser lido porque revela muita, mas mesmo muita coisa que "eles" nunca tinham confirmado. A acompanhar com interesse e curiosidade

Cristeros - a Guerra desconhecida





A minha Homenagem aos Cristeros que no México lutaram, até à morte e quase total aniquilamento.

O seu esforço não foi em vão. Ajudaram (e de que maneira) à vitória das forças nacionais em Espanha em 1939. Os portugueses foram assim poupados a uma (mais uma) guerra civil, e a posterior invasão na 2ª GM.

Mais preciosidades do Baú





Encenadas, é certo, mas são documentos interessantes da época.

Shirley Temple Falangista



Mais uma preciosidade. Brinquedo para raparigas anos 40, (para recortar) - editado em Vigo

terça-feira, junho 24, 2008

Chafaricas


O Jornal El País de anteontem traz a notícia (entretanto já dada neste blogue) de que a Maçonaria se propõe intervir (de forma decidida) nas comemorações do centenário da "sua" república.

Os jornais de cá disseram o costume: nada

Então o Walesa também era ...

Rebentou a bronca na Polónia. Afinal o Walesa também foi bufo da polícia comunista.

Esta é a afirmação de um livro recém publicado "Lech Walesa e os Serviços Secretos", de Slawomir Cenckiewicz e Piotr Gontarczykand, dois historiadores do Instituto Nacional da Memória, entidade criada para investigar os crimes da era nazi e comuna. Para isso tiveram acesso privilegiado a 86 km de prateleiras dos arquivos da polícia política polaca.

Walesa nega veementemente.

Os autores, contudo, mantém as suas afirmações: "nas primeira metade dos ano 1970, Walesa foi agente com o nome de código Bolek" "os documentos que possuimos revelam que ele fez relatórios sobre mais do que 20 pessoas, e que algumas sofreram perseguições da polícia". As mesmas acusações já tinham sido feitas há cerca de 16 anos, mas foi abafada.

A acompanhar.

Outra preciosidade dos anos 40



Um desenho animado esqucido. Não foi só Disney que se alistou na campanha de guerra de propaganda dos anos 40. Apreciem.

Uma preciosidade de 1909



Composta ao Piano por Charles Maurras (sim, também era músico) e com letra de Maurice Pujo. A nata da Action Française. Ano 1909.
Ficou Hino do Movimento.

Uma preciosidade e uma raridade

quinta-feira, junho 19, 2008

A Internacional



Dedicada a todos os bloquistas, marxistas, comunistas, etc, responsáveis por cem milhões de mortos e que (com excepção de Ceausescu e da sua mulher Elena) nunca responderam pelos seus crimes

Uma canção de homenagem



Não que a música seja muito boa, mas ... como recordatório dos mortos serve ...

Michel Leroy - Cultura, Lucidez, aptidão para a acção




Leroy foi morto pelos comandos Delta no dia 18 de Janeiro de 1962. A seu lado caiu também o seu Camarada René Villard. (os comandos Delta eram – na estrutura da OAS os responsáveis pelas acções armadas e eram dirigidas pelo Tenente Degueldre – posteriormente mandado fuzilar por De Gaulle).

Este é o facto brutal. Assassinado pelos seus próprios companheiros de luta (Degueldre e o capitão Le Pivain). Não por qualquer traição (impensável no caso de ambos), mas sim porque eram incómodos para os chefinhos da OAS (Jean-Jacques Susini à cabeça).

E incómodos porquê?

Esta resposta constitui o cerne do problema. As clivagens das chefias OAS eram enormes. De um lado aqueles que acreditavam que só uma revolução e a eliminação física dos traidores lhes permitiria vencer a sua causa. Do outro aqueles que queriam trazer para o redil a ovelha tresmalhada (De Gaulle). Ou seja se a luta era apenas na Argélia ou também na França Metropolitana.

Recordemos que a OAS foi – de início – um movimento militar. No entanto a “mão de obra” lutadora veio dos civis. A Jeune Nation, a FEN (Federação dos Estudantes Nacionalistas e outras organizações de base foram essenciais à montagem de toda a estrutura e ao sucesso inicial da luta). Também se deu o caso de muitos gaulistas desiludidos terem acompanhado a OAS – Bidault e Susini. E foram estes os responsáveis pela derrota anunciada.

Leroy era um jovem engenheiro de petróleos. Primeiro chefe da Jeune Nation na Argélia (recrutado por Dominique Venner – actual Director da NRH). Fez o seu serviço militar como miliciano nos páraquedistas. Com a revolta dos generais fornece à estrutura da OAS cerca de mil combatentes provenientes da JN e da FEN. São eles que criam os Comandos Z (assim nomeado por influência de Jean-Marcel Zagamé – militante nacionalista e futuro criador – com Benoist do movimento GRECE).

Leroy está em contacto permanente com as estruturas politicas da Metrópole. Defende junto da direcção da OAS a criação da ossatura politica que permita o sucesso da organização). Susini opõe-se-lhe.

Transcrevo de seguida algumas palavras de quem viveu estes acontecimentos. Trazem todas as lições que devemos tirar deste acontecimento:

“De Gaulle e a F.L.N só tinham um objectivo ao qual condicionaram toda a sua estratégia: a independência da Argélia. A OAS, pelo contrário não tinha qualquer ideia directora nenhum princípio político. Não porque não houvessem homens capazes de os elaborar, mas porque um só homem – Susini – por ambição pessoal tudo fez para afastar os partidários de uma solução mais radical. Isolou o Coronel Argoud e a organização espanhola e portuguesa da OAS, que defendiam que nada era mais urgente do que a adopção de uma politica coerente e de uma doutrina. De igual modo fez aniquilar os nacionalistas cujos actos eram ditados por uma doutrina que já possuíam antes da Guerra da Argélia.

O que os nacionalistas rapidamente tinham compreendido era o facto de que a acção na Argélia nunca teria sucesso se não fosse acompanhada por uma acção na Metrópole. Era a eliminação do regime e do seu chefe.

Sob a influência de Susini o General Salan não desejava o poder. Era mesmo contra. Quando Bastien Thiry organiza o primeiro atentado contra De Gaulle Susini e Salan enviam uma carta ao Le Monde manifestando-se contra esta tentativa de eliminação.

Em resposta os nacionalistas enviam Louis de Charbonnières a Argel com uma carta para Salan. Susini impede a sua entrega e tenta expulsar da OAS os representantes da solução revolucionária. O seu alvo passou a ser Leroy. Não o conseguindo remover (dado o seu poder e número de seguidores) Susini fez executar os dois chefes nacionalistas. Os comandos Z foram dissolvidos e os militantes que restaram integrados nos comandos Delta.

A OAS na Argélia morreu com a morte de Leroy. Foi só uma questão de tempo. Mais do que a comoção pelo assassinato de um Homem tão respeitado e acatado foi a perca da última possibilidade de vitória. Um levantamento militar coordenado na Metrópole e na Argélia, com a eliminação física de de Gaulle.

Resta recordar os mortos e tirar as lições de um falhanço.”

À laia de fim de postal:

É necessário renunciar ao activismo estéril e substitui-lo por um lento trabalho de sapa – sempre apoiado na doutrina. O combate nunca é pontual. Não são cem metros em 10 segundos. É uma maratona. E essas “horas de corrida” (por vezes até à exaustão) são a marca da Fidelidade e da Honra

Os mortos que forem esquecidos morrem duas vezes. É nossa obrigação manter este dever de memória. Michel Leroy, que entrou, de pleno direito, no Panteão dos Nacionalistas continua e continuará vivo.

Porque é no coração dos vivos que habitam os nossos mortos.

Apostilha: Não quero deixar de vos proporcionar um texto sublime sobre Leroy. Está em francês. Penso que muitos o conseguirão ler. Vale a pena:
“Parmi ceux qui ont livré bataille pour conserver l'Algérie à la France, en montrant les qualités qui caractérisent le héros selon Malraux : culture, lucidité, aptitude à l'action, une place particulière revient à Michel Leroy.Cet homme qui avait L'Algérie au cœur, était ingénieur des pétroles sahariens. Aussi avait-il une claire conscience des enjeux géopolitique liés à ce conflit.
En décembre 1956, quand D.Venner se rend à Alger pour lancer le mouvement " Jeune Nation " de Pierre Sidos, Leroy en prend la direction. Avec enthousiasme et détermination, il s'active à rassembler une phalange puisant parmi les plus purs de la jeunesse pied-noire. Dans cette tache, il fut aidé de responsables de la de Marcel Amieux et Fernand Formon. Ces réseaux formés à l'école de Jeune Nation, seront un jour les hardis commandos Z de l'OAS aux côtés des célèbres Delta.
Michel Leroy avait d'abord servi à la demi-brigade de chasseurs basée à Rastadt, puis en Algérie au 4ème BCP.
Dans " Le Cœur Rebelle " (Editions Les Belles Lettres) D.Venner a su brosser un tableau ardent de cette époque, évoquant avec amitié et respect cet homme d'exception. Certains se souviendront peut-être des réunions que ce dernier tenait du côté du parc de Galland ou rue Charles Péguy, dans l'immeuble du " Coq Hardi " (ce cabinet d'assurances qui servit de base aux militants pendant la semaine des barricades). Là, se modelaient les âmes qui s'opposeraient vaillamment à la stupide et lâche politique fomentée par Paris.
Quand sonna l'heure de la grande bataille, Michel Leroy regroupa ceux de Jeune Nation, la fédération des étudiants nationalistes et les réseaux de France-Résurréction animés par Roger Villard pour engager le duel contre l'esprit retors qui dirigeait alors la cinquième république.
Jusqu'au bout, Michel Leroy, tenta d'alerter l'Etat-Major de l'OAS sur les faiblesses fatales à toute organisation de combat qui manque d'une ossature idéologique forte. Jamais L'Organisation secrète ne fut capable de définir une vision cohérente, une stratégie véritablement révolutionnaire conduisant à la prise du pouvoir et cela contribua à sa perte.
A ces défaillances mortelles s'ajouta une querelle de chefs bien inopportune et particulièrement sordide. En janvier 1962, une purge sanglante frappa Leroy et Villard, précipitant le naufrage général. Ainsi que l'écrit D.Venner : " être tué par les siens dans les déchirements de la guerre civile, on ne peut imaginer mort plus tragique. Il l'affronta, je le sais, sans peur, sans prière ni espoir. "
De cette tragique aventure, il est bien le seul à être sorti grandi.
A côté de statues indestructibles, malgré ces temps qui profanent tout, le voilà à sa place dans le Grand Livre d'Or du Nationalisme Français.

A propósito de uma discussão

A visita (há cerca de mês e meio) a um Amigo doente permitiu-me recordar uma famosa discussão tida (nos arredores de Toledo) com elementos do interior, numa altura em que alguns de nós penávamos no exílio.

O cerne da discussão tinha tudo a ver com a experiência que alguns de nós tínhamos tido nas nossas ligações juvenis à OAS francesa.

(Nota: para os mais novos a OAS foi uma organização politico militar francesa que combateu por uma Argélia francesa contra De Gaulle e sus muchachos. Foi também o embrião de um movimento verdadeiramente revolucionário na França e na Europa – acabada de apanhar pelas ventas com a sua menoridade nas crises de 1957, que revelaram o verdadeiro papel que os vencedores de 1945 – os USA – nos tinham destinado). Só acabou depois de largas centenas de mortos (alguns executados oficialmente – outros assassinados pelos “barbouzes”(a) e ainda outros – (a larga maioria) presa ou exilada)

Toda a discussão tinha a ver com as consequências politicas da luta armada que então decorria em Portugal. Alguns militares estavam connosco na análise que fazíamos que para além da luta anti-comunista pura e dura, deveríamos (em simultâneo) criar uma ossatura ideológica que permitisse propiciar as condições de instauração de uma nova ordem politica e social no Portugal pós Abril.

(Aliás, mais não fazíamos que imitar o MFA que necessitou dessa ossatura e foi buscá-la onde existia – ao PC. Porque o 25 do 4 foi feito para acabar com a maçada da guerra, correr com Marcelo e também contra os oficiais superiores que lhes barravam a progressão nas carreiras. O erro dos “mfaiosos” foi não terem entendido isso. Pensavam que correndo com os generais tudo era fácil. Esqueceram-se, contudo dos Coronéis e restantes oficiais superiores – e foi aí que (quase) se “lixaram”...)

Se foi fácil convencer alguns Oficiais do Quadro e alguns dos militantes mais empenhados no combate, vimo-nos, contudo, enfrentados por um certo número de “velhotes”, quase todos filhos do Estado Novo, que declararam comprometer-se apenas na luta armada (como simples apoiantes – que também na situação que se vivia poderiam ter a sua importancia) ou “meramente de esclarecimento”(?) – tout court – sem quaisquer veleidades politicas. Mário Soares e Sá Carneiro que governassem! Assim mesmo. E que os “americanos” só nos ajudariam se assim fosse. Ora, bem retorquíamos que dos “americanos” não tínhamos qualquer apoio, nem sequer contávamos com eles, mas os nossos opositores não desarmavam.

A certa altura da discussão um dos nossos opositores (dos mais jovens entre a velhada) voltou-se para o Rodrigo Emílio e contestando a “lembrança” do nosso Rodrigo sobre o fim da OAS provocada pela eliminação de Leroy, afirmou que o que estava em causa era a contenção do desastre e não uma nova revolução.

Como é óbvio a discussão terminou ali. Cada qual foi à sua vida. Os “velhos do Restelo” foram, como é óbvio, para o MDLP. Os outros continuaram a sua vida tal como delineado.

E nem de propósito, não é que passado tão pouco tempo, venho a encontrar ontem – nas minhas deambulações pelos blogues franceses um recordatório de Leroy. Por nada de especial, só por um dever de memoria a um Homem excepcional. E a uma situação excepcional.

Mas para a sua compreensão tenho de escrever mais sobre quem foi Leroy e como se comprometeu a luta de tanta gente em nome dos interesses pessoais e políticos de alguns. Isto é uma constante da(s) “nossa(s)” história(s) e convém recordar estes pequenos factos que podem encerrar lições para o futuro. É apenas por isso que acho que vale a pena relatar estas “coisas” envoltas em misérias morais e de politiquices reles em que, infelizmente, também me vi envolvido (à força, claro).

É uma lição de estratégia politica numa situação de tensão. Acho importante passar as experiências que vivemos e/ou as que estudámos (profundamente) para que numa situação futura os mais jovens possam ter ensinamentos do passado (mesmo que os que as viveram já estejam demasiado velhos ou mortos para sequer serem ouvidos).

Apostilha:
(a) Barbouzes foi o nome dado a um grupo de homens ligados a De Gaulle e que incluía antigos resistentes gaulistas, membros dos serviços secretos, policias, gente ligada às máfias criminosas de Marselha e até antigos auxiliares franceses que a Gestapo recrutou no "milieu" e mais tarde perdoados por De Gaulle a fim de o ajudarem nos trabalhos sujos. Esses elementos matavam, raptavam e torturavam os membros da OAS e militantes nacionalistas à margem das leis da república. Foram os responsáveis da morte de cerca de 450 elementos. Também sofreram muitas mortes. A título de exemplo, dos 300 que foram para Argel mais de 100 foram abatidos pelos Comandos Delta. A sua coroa de glória foi o rapto do Coronel Argoud na Alemanha. Nunca nenhum deles foi condenado...

segunda-feira, junho 16, 2008

Mais depressa se apanha um mentiroso ...

Hoje, no Público, lá vinha um senhor dos serviços secretos usa declarar que o Bush queria apanhar o Bin Laden antes de acabar o mandato. Até aí tudo bem... Cada qual tem as fixações que quer.

Mas eis senão que o homem descai-se e diz: "Se ele (Bush) puder dizer que matou Saddam Hussein e capturou Bin Laden pode argumentar que deixou o mundo mais seguro".

Ou seja cai pela base toda a retórica demo americana (incluindo o porreiro pá) em que nos passaram a vida a dizer que não tinham nada a ver com o enforcamento do Presidente do Iraque. Que aquilo era um problema interno do governo de lá, etc..

Ou seja em que ficamos: quem mandou matar o Presidente Saddam foi o Bush ou o fantoche de Bagdad.

Todos nós sabemos a resposta, mas fica mal a "eles" admitirem-no desta maneira tão foleira...

Tomadas de Posse

O Senhor Silva deu posse aos membros da comissão que vai organizar as "comemorações dos cem anos da república".

Tem lá um capitalista socialista, tanto quanto eu me apercebi.

Lá o Senhor Aníbal Silva pediu que as comemorações não fossem contra ninguém, mas sim realçando só os factos positivos(?) ...

Bem prega Frei Tomás...

E digo isto porquê?

Porquer nas eleiçõs lá para a grande Loja (que não a do Queijo Limiano) o ganhador prometeu (e lá as promessas eleitorais são para cumprir...) que iria criar uma "comissão de acompanhamento maçónico" dos trabalhos da tal comissão oficial.

Razões: destacar o papel fulcral lá dos lojistas na criação da república (também tinham tido papel preponderante quanto transformaram a Monarquia em república coroada após a guerra civil(?) (e o papel dos mercenários estrangeiros, qual foi...).

Só vos digo que vai ser lindo, garanto-vos. Comecemos, desde já, a preparar as contra comemorações, e deixemo-nos de canduras.

Apostilha: Não sei se se aperceberam que aquilo lá pela Loja anda tudo à porrada. E já não é só uma imagem de retórica. Pouco faltou para dois lojistas (um deles especialista em perder Companhias que comandava na Guiné) andassem mesmo à bofetada. Foi pena... mas coragem física é coisa que por lá não abunda...

domingo, junho 15, 2008

sábado, junho 14, 2008

quinta-feira, junho 12, 2008

Da surpresa inicial ... à confirmação

Uma das grandes vantagens desta coisa da net é que vemos despontar, saídos de cartolas desconhecidas, um bom número de jovens talentos.

Tenho acompanhado nas últimas semanas - e sem me pronunciar - um jovem de 33 anos que iniciou recentemente um blogue de que hoje vos quero falar.

Trata-se do Oriens. Já está na coluna da direita.

Vão acompanhando. Ali há (muito) talento estético e ético. A conferir amiudadamente.