segunda-feira, junho 30, 2008

Trapalhices do joão do sião

"É um psicopata ostentativo - ou seja, é capaz das mais extremas atitudes para que continuem a prestar-lhe atenção."

Não sou eu que digo é um cristão novo que eu cá conheço (de há poucos dias para cá).

Porquê? Porque quem com ele não concordar leva logo com estes epítetos. Outro por ele utilizado é o de "mitómano".

Afinfa-lhes rapaz, quanto mais os insultares mais eles são lidos e conhecidos.

Pessoas há que à falta de argumentos insultam as pessoas. E eu estou, sem querer, a ir pelo caminho dele (que horror!!!).
Então não é que lhe chamei "cristão novo". Não queria, peço desculpa...

15 comentários:

patriota disse...

Em circunstância alguma o comparávamos ao Abreu!
O Abreu nem se dignou responder ao seu convite para Debate.
É um perdedor nato, que se refugia no insulto.

patriota disse...

Em circunstância alguma o compararíamos ao sr. Abreu.
E como se previa o Abreu nem respondeu ao seu convite para um Debate.
Quando não tem argumentos usa o insulto.É um ordinário.
Assim se percebe porque a Faculdade de Direito da Clássica aparece sempre mal classificada no ranking universitário.

O Jansenista disse...

Senhores Lima e Lobão:
Tinha-me esquecido de passar por cá, mas com certeza que terei muito gosto em debater com o senhor Lobão, que me dizem ser pessoa de fino trato (embora na escrita se exceda).
Cumprimentos na tripeira Rua de Camões, que não frequento há uns tempos. E Sr. Lobão, havemos de falar de relógios antigos, que é tema da minha predilecção
Como vêem, meus Senhores, os mesmíssimos bufos que sopram nomes para um lado...
Sr. Craveiro Lobão: valia a pena falarmos num local onde não andasse sempre a matilha maldizente.

José Carlos disse...

Senhor Jansenista:
Vejo, com elevado prazer a sua disponibilidade para comigo debater (de forma urbana e civilizada, como é apanágio de gente de bem) alguns assuntos em que estamos em campos não só opostos, mas profundamente divergentes.
Reparei que o Senhor está assessorado por alguns "bufos" (como lhes chama) que tiveram o cuidado de o informar sobre a minha pessoa. Garanto-lhe que nem sequer vou tentar saber algo sobre si. A sua pessoa não é tida nem achada neste nosso (espero) profícuo debate.
Como já lhe referi, encontro-me numa fase crucial da vida profissional, tentando evitar a destruição de um sonho cultural a que estou associado. Para o bem, ou para o mal, tudo se vai resolver até ao final do corrente mês. Conto nessa altura propor locais e métodos desse debate.(isto se concordar, claro).
Apostilha: as minhas relações com a Rua de Camões, no Porto, resumem-se a uma noite passada numa casa de apoio à clandestinidade nos tempos do PREC. Aliás nem era na Rua de Camões era muito perto. Desconheço como teve conhecimento dessa visita ocorrida em princípios de Novembro de 1975. Estavam apenas presentes 3 pessoas, das quais uma já morreu. A casa (que também funcionava e estava equipada como enfermaria de emergência) era apenas conhecida por um máximo de 6/7 pessoas. Acho muito estranho. A dos "relógios" é que juro não ter entendido... Mas aguardo em jubilosa esperança.

Creia-me, Senhor Jansenista, perfeitamente à vontade para aceitar todas as regras do jogo que entenda necessárias.

Grato também pelo seu reconhecimento do meu "fino trato" bem como do reconhecimento de que sou intratável, por vezes, na minha linguagem. Sabe eu descendo de Cavaleiros (que são uma classe à parte. Estamos habituados ao mau feitio familiar. Pega-se, acredite. Mas asseguro-lhe não precisarmos de psicanálise)

José Carlos disse...

Senhor Jansenista:

Finalmente percebi os seus comentários (digamos sibilinos...).

Eu não sou a pessoa que o Senhor pensa.

Como se dizia na altura em que éramos crianças:
Frio, frio, morno... mas ainda estamos longe do quente e do "a escaldar" ...

De toda a maneira quando se proporcionar o debate não terei qualquer pejo em me identificar (correctamente). Até lá ficamos assim.

Afinal e ao contrário do que eu pensei (mea culpa) as informações por si recebidas são provenientes de "bufos" e não de "rachados" (na velha a boa terminologia do PCP). Ainda bem.

Peço desde já humildemente desculpa a todos aqueles correctíssimos e verticalíssimos Amigos e Camaradas de que cheguei a pensar coisas muito feias.

O Jansenista disse...

Olhe que sim, olhe que sim, identificadíssimo por alguém do seu círculo que ficou indignado com as alusões a «cristão novo» que me eram dirigidas, e que me foi dizendo que V. Exª tem «telhados de vidro» nessa matéria e que, para o provar, procedeu à sua identificação (que eu também considerei inteiramente secundária, bastando-me saber que não se tratava, sob o pseudónimo, de pessoa a quem eu devesse estima na vida real).
Procurei ser sibilino e baralhar um pouco (até a falsa pista das cebolas, como detectou):
1º: porque o outro identificado (a quem mandei a mesma mensagem, e a quem as referências eram menos lisonjeiras)está ainda mais próximo, até geograficamente, do informador;
2º: porque sou por preservar as regras do anonimato, e daí não avançar senão com uma ínfima parte do que me foi fornecido, ao contrário do que fez o Sr. Lima (tratava-se de provar que sou capaz de pagar na mesma moeda).
É verdade que há muitos bufos por aí, mas eu diria que o mal principal são os «infiltrados», os mesmos que me insultam em público e me mandam mensagens privadas muito entusiásticas (pode imaginar o que penso desses infiltrados).
Se preferir consolar-se com a impressão de que não foi identificado, já agora, sugiro-lhe que apague a penúltima mensagem, que é uma pura e simples confissão...

Anónimo disse...

«É verdade que há muitos bufos por aí, mas eu diria que o mal principal são os «infiltrados», os mesmos que me insultam em público e me mandam mensagens privadas muito entusiásticas (pode imaginar o que penso desses infiltrados).»

O Abreu julga ter um QI muito elevado, mas pela retórica reproduzida, que desilusão...

aristides de sousa mendes disse...

Abreu, esses que te insultam em público e te lambem em privado merecem que não os denuncies?
Pois a verdade que o que afirmas não é verdade.
Mau como és, há muito que por puro prazer os tinhas denunciado em praça pública!...

José Carlos disse...

Senhor Jansenista

Estou admirado. Sinceramente. O Senhor diz ter-me identificado. Duvido, porque muitas das referências do texto (incluindo a história dos relógios) apontam para outra pessoa que eu também conheço muito bem. (e que diga-se de passagem é muito facilmente confundivel comigo).
Não é esse contudo o problema. Nunca escondi quem era. Chegou a sair num jornal a minha identificação bem completa. Mantenho esta alcunha (ou nick, como é bem dizer nos dias de hoje) como Homenagem sincera a Rodrigo Emílio que assim me crismou no dia 27/28 de Abril de 1974, e que me acompanhou em quase toda a actividade clandestina em que me vi envolvido por causa da abrilada.

Diz que alguém ficou "abespinhado" por eu o ter intitulado de "cristão novo". Ora qualquer pessoa com dois dedos de testa e a 4ª classe feita sabe que a expressão "cristão novo" se aplica a todos aqueles que tendo mudado ou de religião, ou de causa política ou até de clube futebolística são os maiores acusadores dos seus antigos parceiros. Era precisamente nessa vertente que eu o intitulava de "cristão novo", sem nada de ofensivo.

Quanto a eventuais "telhados de vidro" quero que o Sr. Jansenista diga, aqui e já, quais são. Se forem verdadeiros eu meto a viola no saco. Caso contrário actuarei em conformidade.

Sabe nunca fui troca tintas, nunca reneguei as minhas convicções, nunca traí a confiança dos meus Amigos e Camaradas. E não é com frases sibilinas que se achincalha uma pessoa.

Logo, o Sr Jansenista está "intimado" a revelar publicamente os meus "telhados de vidro", facto que antecipadamente agradeço!

Quanto ao apagar do comentário pode ficar descansado que o não farei. Tenho muito orgulho em tudo o que fiz (de bom, de mau e de péssimo). Quando o fiz agi sempre de acordo com a minha consciência. Posso ter errado, (errei muito) mas mantive sempre a verticalidade (o fixismo de que fala o Dr. José Miguel Júdice)

Continuo a dizer que não precisará de uma candeia para encontrar alguém que consigo debata os assuntos de que divergimos. Eu não tenho medo. E saberei actuar de forma correcta e não sibilina ou insultuosa. Estas são as regras. Ou as aceita ou então ... batatas

Apostilha: Há uns minutos um Amigo telefonou-me dizendo que eu o conheci pessoalmente no Saldanha junto de VL. Desculpe, se é verdade, mas não me recordo. A idade (já avançada) não ajuda, é bem certo.

2ª apostilha: diferenciei "bufos" de "rachados" por uma razão simples. Bufos são seres desprezíveis, ponto final. "Rachados" são ex companheiros de luta que nos traiem, causando danos provocados pelo que realmente sabem. Felizmente não houve aqui "rachados". (já me assegurei disso, pode estar certo)

O Jansenista disse...

Estaja descansado, os telhados de vidro eram uma análise das raízes sefarditas dos apelidos dessa outra pessoa com quem o confundi. Vistas as coisas desse prisma, era irónico, ou talvez cruel para essas origens, usar a expressão «cristão novo» para crismsr o «João do Sião». Mas como afinal a pessoa que voltou a lembrar-me a identidade do Sr. Lima quis ter a maldade de me anganar quanto à sua, está V. Exª ao abrigo dessa ironia da flagelação das próprias raízes sefarditas.
Acrescento que o meu interlocutor tinha muita consideração por esse senhor Craveiro, e apenas sublinhava a ironia extrema, ou a extema infelicidade, do uso dessa expressão com claro intuito anti-semita (o João do Sião, remember?).
Por mim, tenho pena que o Sr. não seja essa pessoa que foi elogiada, e que depois de o ter reconhecido tenha agora batido em retirada. Confirma-se o meu engano: quem faz uma coisa dessa não é dotado de fino trato. É pena. Estou, creia, sinceramente desapontado.

José Carlos disse...

Senhor Jansenista:
Fiquei parvo ao ler a sua resposta. Da minha parte houve sempre uma lisura de procedimentos que procurei manter contra a opinião generalizada do meu círculo de Amigos. Todos me diziam "cobras e lagartos" do Senhor e eu, crédulo como sou, nunca acreditei. Sempre achei que o Senhor, até pela sua estatura cientifica e cultural soubesse distinguir o que era um debate insultuoso e gratuito de uma troca de ideias frutuosa entre pessoas de diferentes idades, posições filosóficas e políticas, de vivências dispares.
Parece que me enganei. Tenho pena. De certeza que aprenderia muito consigo (ainda hoje acho que dia em que eu não aprenda alguma coisa é um dia perdido). Se calhar e apesar da minha modesta e inculta pessoa o Senhor também era capaz de aprender alguma coisa (desculpe a estultícia de me considerar com capacidade de lhe ensinar seja o que for).
Achou que eu fugi. Nunca!
Aliás sempre se disse entre os Amigos e Camaradas. O último a abandonar o barco vai ser o José Carlos. E vai ser quando o barco já estiver bem no fundo.
Falei no "João do Sião" não como uma frase anti-semita. Não faço ideia se a sua Mãe era Judia ou não. Designei-o por esse nome porque me disseram ser o nome porque era conhecido nalguns meios universitários. De todos os modos e caso o Senhor seja Judeu, pois que assuma e orgulhe-se da pertença a uma raça superior a todos os goim que o afrontam. Se não é pois a mim dá-me igual. Mantenho a minha disponibilidade para o debate. Se deixou de ter consideração pelo meu "fino trato", estou-me borrifando. Não estou em nenhum concurso de "finesse tratadista".
Estamos na fase do "debate de ideias" e não no debate do insulto. Pode crer que nãp lhe voltarei a chamar cristão novo ou joão do sião. Chamar-lhe-ei apenas jansenista, que penso não seja insultuoso. A mim pode chamar-me José Carlos ou Manlius. Assumo na totalidade e com muita Honra o alcunha que me foi dado pelo Rodrigo Emílio: Manlius. O último homem a defender o Capitólio na invasão bárbara e que posteriormente foi atirado da Rocha Tarpeia pelos seus concidadãos. Lutou por aquilo em que verdadeiramente acreditava e morreu com Honra e com a certeza que tinha dado à Cidade toda a sua disponibilidade e vigor.
Creia-me à disposição do debate

José Carlos disse...

Senhor Jansenista:
Li agora o seu blogue. Vejo que continua com a lanterna na mão à procura de alguém com quem dialogar em certos meios.

Como não sou quem lhe disseram deixei de ter interesse.

Anoto a sua indisponibilidade para dialogar comigo. Melhor. Assim poderei dedicar-me a assuntos mais interessantes.

Só lamento - uma vez mais - a minha crendice ingénua (qual adolescente crédulo)- Os meus Amigos vão-se rir de mim. Sabe, mas eu sou assim e burro velho não aprende línguas. Sabe que mais vou ignorar este assunto. Fique com a sua que eu fico na minha. Só lamento que tenha utilizado o nome de uma pessoa que eu muito estimei e admirei para atingir o Filho ou o Neto (não consegui atingir a qual dos antecessores se referia- de todas as formas tive estima e admiração pelos dois)

Pois que tenha muita sorte na sua vida de bloguista é o que lhe deseja este seu interlocutor.

O Jansenista disse...

Senhor (seja quem for?):
Compreenda que um requisito mínimo para uma conversa de boa fé consiste no facto de a pessoa não procurar fazer «rabia» com a sua identidade, depois de ela ter sido descoberta. O «eu não sou eu sou o outro» não me serve, nunca me serviu, e uso apenas do anonimato para minha comodidade - sempre assinei com o meu nome quando era necessário, e mesmo em alturas em que havia risco nisso.
Não, não sou judeu e, que eu saiba, em nenhum dos meus antepassados qualquer «limpeza de sangue» pode comprovar ou refutar alguma ligação a uma estirpe judaica; um dos meus apelidos tem uma raiz sefardita, é tudo.
Quanto a fazer-se de inocente, que nunca acreditou no mal que lhe disseram de mim, que o «joão do sião» era alcunha que lhe diziam que eu tinha - julga que essa pega, que convence alguém, que me convence?
Ao menos volte a admitir que se excede a escrever, tal como eu o faço - não há mal nenhum.
Para provar a minha boa fé, aqui vai uma oportunidade para acabar com a «rabia» da sua identidade: assuma-a aqui, ou, se quiser, num comentário do meu blogue - um comentário que não será publicado. Se efectivamente me convencer de que afinal é aquela pessoa de que me deram referências e que me disseram ser capaz de um diálogo sincero - tanto melhor, o diálogo terá lugar. A decisão é sua, não tenha medo da opinião dos seus «amigos» (mesmo dos que murmuram sobre os seus apelidos sefarditas).
Três notas:
1) Dizia-se por aí que militei num movimento qualquer outrora; inteiramente falso, nunca tive qualquer partido e nem sequer frequentei qualquer sede, no Saldanha ou noutro lugar;
2) Nâo falo com o VL há muitos anos, e portanto não vale a pena invocar o nome dele (apesar de ter dele as melhores recordações, era um grande homem e um generoso amigo);
3) Se me leu com atenção, não insultei ninguém; declarei que, em atenção a certos valores, não responderia a insultos que me foram pessoalmente dirigidos sem que eu tivesse feito nada para o efeito. Abster-se de insultar não é insultar. Eu sei que a amizade está frequentemente acima da justiça, mas relendo as peças relevantes ao menos abstenha-se de insistir numa injustiça.
Deixo, pois, ao seu critério prosseguirmos o diálogo. Depende inteira e exclusivamente de uma decisão sua, de um gesto que não custa nada a uma pessoa bem formada. Não se queixe e decida!

José Carlos disse...

Senhor Jansenista:

Como já referi estou, nesta altura, a tentar impedir um "crime" cultural por parte das nossas "autoridades governativas". Sei que vou perder, mas deixe-me lutar até ao fim. Saio - uma vez mais - de cabeça erguida. Perdido, mas não convencido. Podem-me chamar Quixote, mas eu sou assim, nada mais há a fazer.

Quanto à minha identidade: Calculo que me tenha confundido com uma pessoa que tem os meus nomes próprios e os dois meus apelidos paternos (no caso dele maternos - logo somos família). Acresce o facto de ele sim ter o apelido paterno de Lobão. Também possui uma belíssima colecção de relógios antigos, pelo que somei 2+2 e deu 4.
Não é, pois, qualquer fuga ou sequer receio de ter sido identificado.
Quanto à nossa conversa, pensando bem e aconselhando-me com os meus Amigos digo-lhe sinceramente que não vale a pena - pelo menos nesta fase em que me encontro. Continue pois a passear a lanterna

Lamento o tempo que lhe fiz perder, Deixe estar que o Senhor não é o centro do meu pequeno universo. Vou-me dedicar a coisas sérias. Estar com gente sabedora e deixar de lado a gente sabida, como referia o meu grande Amigo - Irmão Rodrigo Emílio.

Apostilha: como o Senhor afinal não pertenceu ao MN, como agora revelou, e, me fez ver que as informações que sobre si tinha eram erróneas, mais uma razão para eu deixar de o importunar.

Assim é que já não há qualquer interesse em me preocupar consigo. Siga a sua vida, diga mal do Leon ou de outros que eu estou-me nas tintas. A mim nada me afecta, visto o Senhor, afinal, não ser um vira casacas. Além de mais eu não sou daqueles que saltam quando tocam nas minhas "vacas sagradas", tenho ascendência nascida na India, mas não sou Indu.

Com os melhores cumprimentos

palestina livre disse...

1) Dizia-se por aí que militei num movimento qualquer outrora; inteiramente falso, nunca tive qualquer partido e nem sequer frequentei qualquer sede, no Saldanha ou noutro lugar;
2) Nâo falo com o VL há muitos anos, e portanto não vale a pena invocar o nome dele (apesar de ter dele as melhores recordações, era um grande homem e um generoso amigo);
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Abreu és um mentiroso!!!!!!!!!!!
O VL disse que eras e que frequentavas o Saldanha, onde eu também estive por mais de uma vez, na polémica que perdeste no Jantar das Quartas!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

E para que se saiba, apagaste textos dessa polémica no Jansinistro, vulgo O Jansenista, tal como apagas os comentários que não te agradam, como os meus...