quarta-feira, abril 14, 2010

O caçador caçado!



Um dos autores da chacina é o antifa Garzon!

Os animais deviam ser todos fascistas, senão ele não se teria dedicado tanto!

Agora está em maus lençóis, mas já os seus sequazes querem agarrar os Juízes do Supremo espanhol (que se fartaram dos disparates do perseguidor do Pinochet) que decidiram dar-lhe a provar um pouco do veneno que ele habitualmente destila!

Vamos ainda ver muitas histórias desta "guerrinha"

Dia Mundial da Beijoquice



Há dias mundiais para tudo. O que "eles" inventam para estimular o que "eles" chamam o consumo privado!

Privado aqui aplica-se sobretudo ao siso!

Privados de Siso, é o que é!

terça-feira, abril 06, 2010

O 1148º agricultor branco assassinado



Aqui poderão ler o lindo postal de que vos tenho vindo a falar.O Sr. Desouche fala sobre o cadáver desfeito por barras de ferro de Terreblanche da forma que V. Ex.as poderão ler.
A vilania é demasiada. Quando vemos o ANC gritar e cantar a plenos pulmões "Matem o Boer" isso é bom. Quando os boers respondem isso é nazismo. Quem o diz não sou eu. É por exemplo o que nos diz num editorial nojento e abjecto a directora do Público. Morto por ter salários em atraso, diz a Senhora!!! Ao que chegámos!!!

Qualificar de grotesca a iconografia e imaginária europeia é o que está a dar.

Tenho pena! Mas também por outro lado devo declarar que foram eles os responsáveis. Não acreditaram que era preciso ajudar Portugal no pós 25. Acharam que não valia a pena. E não foi por falta de avisos

Paz à sua alma. Só que sabemos que não será o último. Preparem-se que muitos mais vão ser assassinados e sem qualquer censura dos europeus. Sim porque os maus da fita são os brancos que acham que são cidadãos africanos. Sim porque a África para os Africanos (leia-se pretos) é um slogan bom. A Europa para os Europeus é um slogan racista e fascista.

Enfim a velha hipocrisia a que infelizmente já estamos tãaaaooo habituados!

Grotescos são vocês



Vocês estão mortos, só que ninguém ainda vos disse isso!

Evola e a Grande Guerra Santa

Hoje estou fulo!

Acabo de ler um postal num blogue que costumo visitar. Um blogue que poderá ser considerado um local da tal fachoesfera epíteto em que a nossa esquerda catita nos costuma catalogar. Perto, muito perto da FN. Demasiado perto de Marine Le Pen. Talvez isso explique tudo!

A necessidade de ir buscar "credibilidade" para ter acesso à sopa dos pobres, que é como quem diz "ao banquete eleitoral", torna esta gente imune aos conceitos de honra e de fidelidade. São fraquezas, são vilanias. Modernices. De cedência em cedência até à derrocada final.

O seu militantismo não serve para a criação de um Homem novo, mais forte, mais inacessível. Serve somente para a sua auto satisfação, para o politicamente correcto.

Qual Evola, qual Guerra Santa, qual carapuça!

O reino da ignomínia não assentou arraiais apenas em Portugal.

O postal que vou publicar de seguida e o que antecedeu este são todos sobre o mesmo assunto.

Aviso a alguns

Não, não uivem como lobos. Vocês não passam de hienas.

Macacão à Valenciana



Não costuma ser este o meu registo bloguístico, mas depois de ver a atitude da escumalha nada mais me ocorre para dizer a esses energúmenos.
Vão pentear macacos!

Se a canalhice pagasse imposto, nem tínhamos o PEC



Um grupelho de ofendidos com o encerramento de um valenciano Centro de Saúde resolveu hastear bandeiras castelhanas na sua Cidade.

A vilania chegou ao ponto de colocar a bandeira inimiga em plena fortaleza de Valença. Símbolo máximo da Soberania Portuguesa na raia nortenha.

Em Lisboa quando um movimento monárquico - a Carbonara (Movimento Monárquico de Massas) - hasteou a Bandeira da Monarquia republicanizada da Carta (mas de qualquer forma foi Bandeira e Símbolo Nacional), logo a Polícia e a Procuradoria se empenharam em desfazer a afronta à rês pública.

Mas em Valença é diferente. (apesar da bandeira estrangeira ser de uma dita monarquia...). Nada se fez. Presteza policial em retirar o enxovalho colectivo que ondeia nas nossas muralhas nem vê-la. Devem estar a ensaiar o desfile com que vão comemorara os 100 da rês pública.

E já agora: Qual é a reacção das Forças Armadas Portuguesas? Ou estão todos muito preocupados - tal como o grande ordinário castrense - com a pedofilia na Igreja? ...

Canalhas! Canalhas! Canalhas!

quarta-feira, março 31, 2010

Até breve



Eu vou estar de férias uns diazinhos. Bem preciso.

Acima uma foto minha. Cansado, cheio de olheiras. Ah não sabiam que eu era bastante quixotesco? Pois sou, e com muita Honra. Mas até os Quixotes precisam de descansar.

A imaginação ao poder




Para a "investigação sobre o álcool". Esta é das melhores e mais imaginativas que eu já vi.

Melhor, melhor é só aquela que nos diz que o "25 do 4 foi uma revolução sem sangue".

Mas reparem que essa é imbatível!

Os democratas



Viram que nestas últimas eleições que decorreram na Europa - na Itália especificamente - houve uma cidade em que apenas votaram 2,5% dos inscritos...

Isto está-se a compor ...

Alguém que defenda a Igreja!



Depois de um membro da hierarquia ter insinuado a "mãozinha" da Maçonaria na actual campanha sobre a pedofilia nalgum clero, eis que finalmente surge alguém disposto a lutar. Até que enfim!

Tou tão curioso ...



... para saber como o licenciado em engenharia Sousa se vai limpar do falhanço do PEC...

Esta é verdadeiramente politicamente incorrecta

Como se pode descer tão baixo

A secção francesa do jornal Internacional Metro (igual ao "nosso"), propõe aos nossos estimados emigrantes (os “sans papiers”) uma feliz alternativa para ajudar esses desgraçados num momento de maior aflição intestinal: a bandeira francesa!

Lê-se naquele jornal gratuito: “os laureados da maratona da fotografia de Nice foram ontem designados. O júri ficou impressionado com esta imagem de Frédéric Laurent, na categoria de “politicamente incorrecto”, pelo que decidiu dar-lhe o prémio:


Ora aqui há um erro gravíssimo. A foto devia estar incluída na categoria politicamente correcto. Porque tem tudo o que “eles” gostam e defendem. O fim dos valores, dos símbolos pátrios, as certezas de que tudo é permitido aos emigrantes, etc.

Politicamente incorrecto seria uma foto deles a limparem o cú a uma bandeira argelina.

Mas isso seria pedir de mais.

Apostilha: Julgam que a justiça francesa fez alguma coisa face a este atentado a um Símbolo Nacional. Nã, tirem o cavalinho da chuva. Se a bandeira higiénica fosse por exemplo de Israel e o limpador um francês, podem ter a certeza que a esta hora já estava de cana. Isso sim é que é ser verdadeiramente “politicamente correcto”.

terça-feira, março 30, 2010

O sonho dos nossos progressistas



Pois é, "eles" bem nos querem convencer que não há nenhum perigo. Que os muçulmanos se vão "aggiornare"; que vão adaptar os "nossos lindos costumes"; que vão ser tão podres como "eles"...

Esperem pela pancada...

Cimeira Alemanha - Turquia


Ou a tentativa da Alemanha de incluir a Turquia na União Europeia.

Mas atentemos na imagem. Tudo indica que afinal foi a Turquia que já começou a "abarbatar"a grande Pátria alemã.

segunda-feira, março 29, 2010

Rodrigo Emílio - 6 anos de saudade



Nenhum grande movimento politico pode passar sem o concurso da Poesia. Um grande movimento politico só existe na medida em que seja um movimento poético.
Robert Brasillach

(Texto publicado no “Notre Combat” – Semanário político literário - Numero especial n°42 - Abril 1943)

Apostilha: Ontem pelas 12,30 estava junto do Nonas que a certa altura me disse: lembras-te onde estávamos faz hoje seis anos (hora por hora)? Claro que me lembrava. Foi a última vez que vi (vimos) o muito nosso Rodrigo Emílio vivo.

Coloquei esta frase de Brasillach como homenagem a ti. Estou certo que aprovarás o meu postal.

Um abraço aqui da Terra para o Lugar onde te encontras. Até breve!

sexta-feira, março 26, 2010

Adeus ao Eurito ...



Pois é os alemães já estão a ficar fartos da calanzice de alguns países do Euro. Eles só largaram o Marco porque lhes prometeram um euro forte. Mas com gregos e portugueses na paródia qualquer dia eles dizem-nos...

Volta Escudo, estás perdoado

quinta-feira, março 25, 2010

quinta-feira, março 18, 2010

Ai, se César estivesse vivo



Este seria o veredicto dele sobre os actuais ocupantes das cadeiras, cadeirinhas e cadeirões do "poder" "deste país".

Raios os partam!

O diabo que os carregue


... ou devia dizer, os Mercedes que os carreguem!!!

Hoje a nossa esquerda catita procura cavalgar o tigre da falência do liberalismo desenfreado, recorrendo aos velhos clichés leninistas, mas sem estarem dispostos a prescindirem das "datchas da nomenklatura". Não há dúvida que continuam iguais, mau grado todo o trabalho do Ivan Nunes...

O demónio do desespero


Coordenemos a nossa acção para não dar barraca!

Um mundo em que o Bem é o Bem e o Mal é o Mal. Este é o mundo que nós sonhamos para a nossa Nação!

Temos sempre razão quando somos fieis. Fiéis às Ideias, fieis às Tradições, fieis á Doutrina, fieis a uma Pátria construída e defendida ao longo de dezenas e dezenas de gerações.

Em tempos que aceleram vertiginosamente temos de continuar ligados para podermos continuar o combate. Disciplinadamente, tendo como pano de fundo alcançar os objectivos.

O “me ne frego” dos nossos valentes antecessores - hoje por hoje – é uma utopia. Precisa-se organização. Precisa-se fazer o trabalho de casa. Precisa-se ser militante. Precisa-se manter a chama. Alguns pensam (e eu também já pensei assim...) que o nosso objectivo – o da actual geração – é dar uma razão de combate aos que se nos seguirão.. Dar-lhes as técnicas, as Ideias, as Fidelidades, o Prestígio, a Honra, os valores da nossa Família e da nossa Pátria.

Todos sabemos que o nosso fulgor de militante, de combatente, tem vindo a esmorecer. Também as condições do combate têm mudado. Mas não enfiemos a cabeça no chão como avestruzes tontas. As razões objectivas da desmobilização das nossas fileiras não são fáceis de circunscrever. Estamos todos a verificar o espectro da desmobilização, o demónio do desespero.

Que fazer, perguntava Lenine e eu sigo-o.

A nossa maior dificuldade prende-se com a necessidade de conhecer o dever de cada um no combate que pretendemos levar a cabo. Como e onde devo actuar. Porquê, para quê? Qual é o meu dever, como me comprometo. Onde me comprometo? Até onde me comprometo?

Como devolver aos Portugueses a esperança de que a nossa Nação tem futuro, existe, comanda-nos! O fardo de centenas de anos de lutas está em cima de nós, vergando-nos ao esforço hercúleo de continuar Portugal. Principalmente agora que todos os actuais donos do poder querem liquidar de vez a nossa Pátria. O Portugal eterno não é a Bela Adormecida do Bosque que se possa acordar – qual Príncipe da historieta – com um chocho. Foram já decénios (para não dizer quase 160 anos – mas essa é outra historieta) de envenenamentos de todos os tipos. Bruxas más é o que aí não faltam!!! Por vezes parece-nos que a actual geração da nossa Pátria já está completamente formatada pelas ideias dos inimigos. Mas tem cura, tenho a certeza que tem!

As condições do nosso combate mudaram. Até a própria sobrevivência como brancos não escravizados vai ser equacionada. Os valores europeus estão em vias de desaparecer para todo o sempre!

Logo a estratégia passa por:
1. Questionarmo-nos sobre o que se passa e o que podemos fazer
2. Lançar pistas de actuação
3. Tentar experiências concretas.

Quanto a tudo o resto mantenha-se o compromisso, a mobilização enquanto a grande guerra santa (de que nos fala Evola) se desenrola.

Mantenha-se o mais que legítimo compromisso militante. Tenhamos a ética do guerreiro.

Mas acima de tudo, se é preciso construir (e todos sabemos que o é) temos que criar fundações bem sólidas. Porque tal como nos ensinou Charles Maurras não se pode construir sobre um areal !
Apostilha: É por essas e por outras que – na minha proveta idade – voltei a assumir-me como Militante. Disposto a assumir o papel que o destino me possa designar dentro da única Organização que – de momento - pode dar uma novo alento a Portugal: o PNR.

Segredo bem guardado ...



Tinham corrido boatos nos mentideros da época. Mas tudo desmentido e veementemente!

Mas, mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo...

Hoje na revista Sábado e para além da insónia do Marocas à espera das massitas que os alemães fizeram o favor de nos mandar de avião para o Banco de Portugal poder abrir as portas, em dia aziago para as finanças deste país, soube-se finalmente que as "senhas de Racionamento já estavam impressas e prontas a entrarem em circulação no ano de 1978.

Na altura o deficit era de 14%. Este ano chegou quase aos 10%.

Não sei se os meus estimados leitores já se aperceberam que desde o 25 do 4 todos os anos temos deficits.

E que antes do 25 (e com 3 guerras ao mesmo tempo!!!) não tínhamos dessas coisas. Enfim, mais uma conquista irreversível. Enquanto a estranja nos emprestar dinheiro a luta continua...

quarta-feira, março 17, 2010

Dedicado às nossas queridas ginecocráticas ...




Esperem pela pancada e depois não se queixem que não foram avisadas ...

Ave socrática ...

Esta idade também é bela...


Cada idade tem a sua beleza e essa beleza deve sempre ser uma liberdade.


Robert Brasillach

Muito melhor que qualquer Disney...



E não se esqueçam: o dono do cão vem cá em Novembro.

Isto é que vai ser orgamástico para os do sistema. Vai ser o Novembro mais erótico de todos os tempos "neste país" (como "eles" chamam a Portugal)

quinta-feira, março 04, 2010

A Liberdade guiando o povo ...



Depois dos dois postais anteriores só me apetece publicar esta imagem!

Penso que já não estamos no que "eles" chamam de "democracia", estamos numa pos - democracia, ou lá como queiram chamar a esta coisa em que vivemos!

Apostilha: chamo-lhe "pos democracia" no seguimento das "belas ideias" do Gianfranco Fino que também inventou o "pos fascismo" ou lá o que aquilo é ...

Salvemos a Polónia!!!



Ou até o Tribunal dos Tratantes nos "mija" em cima...

O Tribunal Europeu dos Direitos do Homem abriu o caminho a que a Polónia seja obrigada a fazer casamentos homosexuais.

O Tribunal de Estrasburgo, anteontem deu razão a um sodomita polaco que exigia habitação social em Szczecin, após a morte do seu concubino e que era o locatário da casa.
Os Tribunais Polacos (ou seja de uma Pátria decente) declararam que o arrendamento hereditário só se aplicava a casais normais.

O Tribunal lá dos tratantes de Lisboa não reconhece à Polónia a capacidade de defender a "família tradicional".E que o tratamento diferente entre as pessoas normais e os homossexuais era uma discriminação, logo ilegal.

Para motivar a sua decisão lá os estrasburguianos justiceiros declararam que a Polónia era obrigada a ter em conta a evolução da sociedade.

Ou seja o processo de homossexualização de toda a Europa está protegido pela lei...

Contra os parvos dos normais, marchar, marchar ...
Faz como Bruxelas manda ou lixas-te foi esse o recado dado...



Terminou, para já ...



Ernst Zundel, condenado a 7 (sete) anos de prisão por delito de "escritos negacionistas" saiu da prisão de Mannheim, na Alemanha, na passada segunda feira.

À saída - e já depois de ter completado 70 anos de idade ainda na cárcere - duas dezenas de amigos esperavam-no com flores.

"Estou livre após 7 anos, três semanas e três prisões (em 3 países diferentes), disse Zundel.

Ernst Zundel sempre afirmou que apenas exerceu o seu direito à livre expressão, mas as democracias não vão muito nessa cantiga, digo eu...

Fonte:
http://fr.canoe.ca/infos/international/archives/2010/03/20100301-165225.html

terça-feira, março 02, 2010

terça-feira, fevereiro 23, 2010

Loucos varridos!


Os loucos varridos dos politicamente correcto resolveram fazer publicar hoje estas fotos nos principais jornais franceses como publicidade.
É claro que a campanha é subsidiada com fundos públicos...
Para o Júlio de Matos já.
Eu sou fumador. Não sou bicha, nem tricha!!! Não sou submisso nem faço sexo oral obrigado. Não sou masoquista. Palavra se os meninos cá deste lamaçal em que nos meteram se atrevem a publicar estas imagens em Portugal eu vou-me a "eles". Ai vou, vou.

sexta-feira, fevereiro 19, 2010

Coitado, ele só escreveu ...



Isto. claro, passa-se em Nimes - França, em 1944.

O desgraçado só levou a carga de porrada que levou por ter escrito uns artigos.
Depois lá foi fuzilado.

Mas isto é óbvio que só se poderia passar em França. Em Portugal nunca!

Apostilha: qualquer semelhança com o presente é pura coincidência.

quinta-feira, fevereiro 18, 2010

Eu vou!



à manif de dia 20.

Porque sempre acreditei que o Homem foi feito para a Mulher e a Mulher para o Homem. E que uma sociedade sã, principalmente num mundo em descalabro, é vital para o futuro.

Parabéns Rodrigo Emílio



Farias hoje 66 anos. Continuas lembrado por todos nós.

Apetece-me compartilhar contigo um pensamento de hoje de manhã. E tem tudo a ver contigo:

A ortodoxia é e provém do Belo, e o Belo é sempre fracturante, subversivo.

Numa sociedade e numa época que é feia – mesmo asquerosamente feia – o Belo é o escândalo absoluto.

Como se tu o não soubesses!

quarta-feira, fevereiro 17, 2010

Mudanças



Como terão já reparado, desde o passado dia 1 de Fevereiro ando a encher chouriços em vez de colocar algo de relevante no blogue. Que querem, por acasos da vida, tive de proceder a uma mudança profunda na minha pobre existência (com a concomitante mudança de casa).
Passei a partir dessa data a ser um "verdadeiro dono de casa". Juro-vos que preferia - sem qualquer sombra de dúvida - ser um "verdadeiro dono de um caso"...

Arte pela Arte

Eu prefiro - sobremaneira - a mensagem da Arte do que a "arte da mensagem".

Que querem, eu sou antigo, cota, jarreta, ou outra designação que Vexas prefiram

O chefe tá só com azar


Parece que todos lhe querem destapar a careca (e pelos vistos, não só...). Malvados, não sabem co chefe é bonzinho ...

Preparados para tudo ...


Viva o chefe, viva.
No chefe ninguém toca, todos prá porrada, já!

Solidariedade no partido...


O PS tá co chefe. Viva o chefe viva, façamos um almoço de solidariedade. Sejamos modernaços!!!

sexta-feira, fevereiro 12, 2010

"Este país" foi encerrado pela ASAE



Ou seja, a ASAE chegou à conclusão que tinha que encerrar "este país" visto ser como uma horta, que tem tudo o que deve, excepto tomates...

Meditação sobre a rês pública



Na rês pública a dívida não é externa é eterna

Desespero


Como o homem se deve sentir

Bom fim de semana de Carnaval



Ou duas boas razões para ir jogar golfe neste alargado fim de semana

As novas noivas



A Lei de Murphy no seu melhor.

Tudo acontece de mal às nossas esquerdas catitas. Primeiro o PCP teve de engolir o sapo da homossexualidade (Cunhal deve ter dado bons saltos na tumba...). Agora os "capitães de abril" (os heróicos, os sem sono, os etc e tal da propaganda oficial) vieram com um abaixo assinado contra o casamento dos gays. E logo "eles" que levaram a esquerda catita aos ombros até ao poder...

Ou seja o que nos salva são as "belas noivas" que nos vão deliciar com as suas fatiotas deslumbrantes...

Apostilha: Ontem na revista Sábado Fernando Dacosta conta-nos o seu aliciamento para o PC no pós 25 pelo Urbano Tavares Rodrigues. Delicioso. O desgraçado só recuou quando o Dacosta lhe disse que era homossexual assumido. Acabou logo ali o "namorico". Sim porque no partido das amplas liberdades dizia-se que eram contra a mariquice porque "não gostavam de movimentos estranhos nas costas dos trabalhadores"...

Depende da perspectiva



A visão do Ps e dos Portugueses sobre as "escutas"

Malditas escutas

terça-feira, fevereiro 09, 2010

Reuniões Tupperware ...


Desde os tempos da antiga Roma que as sociedades decadentes e crepusculares, esgotadas e fartas de si próprias, sem qualquer necessidade de lutar para sobreviver, conheceram uma hipertrofia da sexualidade, ou pelo menos uma caricatura mais ou menos apalhaçada da sexualidade, como última tentativa de lutar contra o aborrecimento e o chateamento da vida.

Todo este arrazoado a propósito do tema de conversa de hoje junto do meu local de trabalho: algum do pessoal do gineceu estava em transe com uma reunião tipo tupperware a que algumas delas assistiram e em que foram vendidos e demonstrados não as caixinhas tupperware da ordem mas uma série de brinquedos mais ou menos sexuais e adereços conexos (ao que eu percebi).

Ou seja aquele “mulherio” todo dava um aspecto miserável de infantilismo, consumismo atroz, erotismo da treta e da quantidade, gozo provocado ou solitário, exibicionismo e decadentismo. Ou seja a redução ao insignificante.

Apostilha: Não sou, nunca fui (complica-me com os nervos) um moralista. Nada obsta a que voluntariamente as pessoas se entreguem a experiências novas e diferentes. O problema é delas. E só a elas dizem respeito. O que eu não aceito e critico é esta necessidade absoluta de fagocitarem uma sexualidade que já não vem do legitimo desejo, mas sim apenas da quantidade. Ou seja o triunfo do reino da quantidade sobre o a qualidade. E se fosse só nesse campo ...

sábado, fevereiro 06, 2010

Sempre a fitar o Futuro - 6 de Fevereiro


ANDAMENTO ELEGÍACO EM LOUVOR E MEMÓRIA
DE ROBERT BRASILLACH

Fuzilado, em Montrouge,
aos 6 de Fevereiro de 1945


I

Quando Deus quer e decreta
que, num painel de massacre,
impere a voz d’um poeta
como Robert Brasillach,

não se espere
ouvir trombeta
mais afecta
a Joana d’Arc.

(Em que pese ao seu poder
de de dentro se acender
em poemas de combate
— nem sequer Apollinaire
liberta chama ou sotaque
que ao pé de nós ponha a arder
canto assim — que tudo abarque).

II

Deixai-me que eu chore ou cante,
e mais um 6 de Fevereiro,
o poeta enfeitiçante
que do mártir d’Alicante
foi irmão e companheiro.

Seu destino lancinante,
seu roteiro rutilante,
sua sorte e paradeiro:
— Deixai, deixai que eu os cante
em mais um 6 de Fevereiro!

Quero, durante um instante
passageiro e... incessante,
exumar do meu tinteiro
o exangue semblante
desse límpido e galante
mosqueteiro

— afinal, tão semelhante
(em tudo, tão semelhante)
àquele arcanjo arquejante
que, num pátio d’Alicante
prisioneiro,

doou à luz do Levante
o seu olhar derradeiro
e às falanges da Falange
o seu sangue de guerreiro.

Quero deter-me, um instante,
aos pés do 6 de Fevereiro;
e ao poeta militante,
implorar que se alevante,
outra vez, de corpo inteiro,
por sobre o seu cativante
cativeiro!

III

Quando Deus quer
que se gere,
na moldura d’um massacre,
uma voz que reine e impere
e um canto que tudo abarque,



ou convoca Apollinaire
(e através d’Apollinaire
desfere um grito que fere...)
, ou nem mesmo Apollinaire
— e sim Robert
Brasillach!

IV

(Não pode ser senão seu
o perfil
mais-que-perfeito,
que esta noite se acendeu
ao peitoril
do meu peito...)

V

Vão-no encostar
contra o muro.
(— ...E ele, a fitar
o futuro...

Sempre a fitar
o futuro...)

— ‘Inda haverá
quem o chame,
e o dê por visto e achado,
do outro lado de lá
de tanto arame
farpado?!...

VI

Não. Dê lá por onde der,
não se vê que possa haver
porta-voz, porta-estandarte,
que ao pé de nós ponha a arder
canto assim — que tudo abarque!

VII

Já, d’abalada, o carrasco
é qual piloto que o guia
pela Estrada de Damasco,
rumo ao Horto da Agonia!

(Há-de o poeta ‘star morto,
ao raiar da luz do dia...)

VIII

Abram alas! Abram alas!
Reparai como resiste!
Ei-lo, à cabeça do rol:
— peito às balas,
rosto em riste,
cara al sol!...

IX

Se o céu confia e confere
qualquer destino ou destaque
às baladas d’aluguer
d’um ou outro Baudelaire
mais ou menos d’almanaque,
quando a gente mal espere,
o grito que Deus desfere,
— fere-o Robert
Brasillach!

Rodrigo Emílio

sexta-feira, fevereiro 05, 2010

Hino à resistência



Com música do Concerto de Aranjuez, uma canção da libanesa Fairouz dedicada à assediada Beirute.
Estamos em 1982, os israelitas atacam um pais independente – o Líbano. Beirute é submetida a um prolongado bombardeamento.

O povo sofre e a maravilhosa e pungente voz da cantora é posta ao serviço da sua Nação:

Letra: (tradução livre da tradução francesa)
Uma doce saudação do meu coração a ti Beirute,
Os meus beijos ao mar, às casas, e às rochas dos montes
Que tem o aspecto de um velho marinheiro
Saído da alma do Povo,
Tem o gosto do vinho, do pão recém saído do forno, a cara de uma bela rapariga.
E agora como ficou,
Sufocada nas chamas e nos fumos,
Glória às cinzas de Beirute, esta bela cidade que viu as luzes apagadas
Pelo sangue de uma criança.
Fechou as suas portas e ficou solitária na noite.
Beirute tu és minha, abraça-me, sê minha.
Beirute és a minha bandeira, amanhã serás uma pedra
E ferida, tal como o meu povo, vibrarás na tua viagem
Entre as lágrimas e as dores das mães,
Beirute és minha, muito minha
Abraça-me, sê minha, Beirute

quinta-feira, fevereiro 04, 2010

Já que tem de gastar os dez milhões



Aqui vai uma proposta de cartaz para "eles" comemorarem os 100 da rês pública.

Como também se "c..am" para Portugal isto está na onda deles

E eu que sou um anjo ...



Cemitério de Baio - Galiza

Leitura da madrugada de hoje


Prefiro sentir-me queimado e sofrer uma dor diabólica do que viver neste ambiente de tépida temperatura. Então incendeia-se em mim um desejo selvagem de emoções intensas, de sensações, uma raiva contra esta vida lisa, normalizada e esterilizada e uma vontade de desfazer qualquer coisa, nem sei qual, uma loja, uma catedral ou mesmo a mim próprio: cometer loucuras temerárias ... Isto é de facto tudo o que eu sempre mais detestei e amaldiçoei: esta satisfação, esta sanidade asséptica e pacífica, este gordo e oleoso optimismo burguês, esta disciplina de homem medíocre, normal, vulgar.
Hermann Hesse