Ficam os meus estimados leitores avisados que o BOS afinal não se calou.
Voltou e (fiquem vocências sabendo) deixou-me bem contente.
Voltem a visitar diariamente o rapaz que só têem a ganhar.
Bem Vindo, e espero que para ficar, meu caro Bruno
quinta-feira, dezembro 20, 2007
O lupanar das meretrizes e sodomitas

Não quero deixar de reproduzir (na íntegra) a opinião do "bloguista" Critico Musical sobre a encenação do Rigoletto no Teatro de São Carlos, em Lisboa.
"A encenação do Rigoletto em Lisboa
Serei rápido, já escrevi sobre as partes musicais, mas o Rigoletto de Lisboa no Teatro Nacional de S. Carlos foi péssimo em todos os sentidos, debruço-me aqui sobre a encenação. Como já foi quase tudo dito e não gosto de perder muito tempo com lixo fica aqui um curto apontamento que encerra a crítica a este Rigoletto. Uma crítica em folhetins...
Um choque gratuito e sem sentido
Numa encenação paupérrima de Emilio Sagi, o duque de Mântua viu o seu palácio transformado em bordel, com meretrizes e drag queens de perna ao léu. Uma leitura rasca da obra original de Victor Hugo, Le Roi S’Amuse, sem subtileza, sem perceber que o sentido da obra é uma maldição sobre o velho bobo, a maldição da deformidade, da pobreza, da injustiça e da doença e um devir trágico que culmina na morte de Gilda, filha do bobo, e também ela vítima das maquinações da impossível vendetta do velho contra o poderoso duque no meio de uma sociedade cruel de poderosos. Uma leitura que apenas banaliza e não subverte. Hoje em dia apenas corre o risco de chocar pela aberrante estupidez e não pelas raparigas de tranca gorda e pelos rapazes de perna escanzelada e peluda em cima do palco. Sagi ensaia aqui uma pose espanhola à Almodovar de pacotilha com o seu cortejo de cromos, mas as coisas só têm sentido se se enquadram na obra e Almodovar há só um...
Pelo meio temos cenas de incesto, algo profundamente idiota face ao libreto original, entre o assassino contratado por Rigoletto, Sparafucile e sua irmã, Maddalena, que estando apaixonada pelo duque não encontra nada mais interessante para fazer do que dar uma trancada com o irmão, algo que nem sequer consegue enquadrar-se numa estratégia de domínio do irmão, pela gratuidade da cena em termos teatrais e pela forma tonta da representação, pior do que amadora.
Entretanto o dispositivo cénico, com um palanque torto em cima do palco, retira espaço dramático para as personagens evoluirem, os quartos de motel nas traseiras e lados contribuem para banalizar o discurso e fazem deste Rigoletto uma espécie de bordel, um bordel onde habita Gilda, onde habita o duque. A plataforma em palco tapa a visão que Rigoletto não tem do que aconteceu à filha, no entanto ele arrepela-se e grita que a raptaram... o libreto na partitura tem escrito que ele entra no pátio e na casa e aparece transtornado. Nesta encenação o bobo adivinha que, do outro lado da plataforma, o quarto do motel está vazio!...
Monterone faz a sua segunda entrada e dirige-se a um retrato dos duques, isto segundo o libreto original, nesta encenação não há retrato, logo o sentido das frases torna-se oco, incomprensível para quem não conheça a ópera. Parece um lamento alucinado de um velho gagá aos gritos, e Luís Rodrigues não esteve aqui muito subtil. Eu creio que a ausência do retrato dos duques (ele e ela) foi propositada mas também foi um erro de incompetência dramaturgica.
As seis badaladas da meia noite, inacreditável se não tivesse ouvido duas vezes o mesmo erro. Terá sido obra do encenador ou da incompetência do maestro? Fica a dúvida, mas se foi propositado é aberrante e totalmente contrário ao sentido do texto e da obra.
A plataforma em palco distrai, complica, destrói o fluxo dramático, as suas montagens e desmontagens, ruidosas e demoradas são mais um incómodo a juntar a toda a terrível seca de escutar esta coisa tocada a uma lentidão exasperante.
Numa ânsia de chocar por chocar sem ter em conta a dramaturgia Sagi destruiu completamente a lógica textual da obra. A encenação tinha sido originalmente desenhada para Bilbau e foi a coreógrafa e assistente de Sagi, Nuria Castejón, que ensaiou os actores-cantores em Lisboa. O resultado foi um desastre total, se a coreografia foi banal e sem ideias no bailado inicial das prostituas e "maricons", a direcção de actores foi canhestra e amadora.
A iluminação foi banal e ineficaz, sem jogos de matizes, sombras e cores, esteve num plano cinzento e incompetente. Por vezes os cantores deixavam de se ver, o que aliás até foi agradável atendento às suas péssimas qualidades cénicas. Se calhar o melhor era ter-se poupado nas luzes e ter feito tudo às escuras...
Os figurinos não me entusiasmaram, numa encenação que se pretendia "intemporal" (entrevista da assistente do encenador) foram demasiado de época dentro do estilo cliché operático.
A definição dos personagens foi linear, unidimensional, um tenor fátuo sem capacidades cénicas fez um duque que apenas é uma caricatura, sem refinamento, sem dúvidas (que existem), um vaidoso exibicionista, Gilda é a desgraçadinha que anda por ali e Rigoletto não tem sentido dramático ou trágico. A cena da morte de Gilda é vergonhosa em termos de encenação. Todo o mundo esbraceja e berra à boca de cena, mas de teatro não se vê nada.
Um desastre anunciado pela demissão do competente director do S. Carlos, Paolo Pinamonti, e a sua substituição por este desconhecido: Christoph Dammann. De qualquer modo existe nesta encenação uma quota parte de culpa da parte de Pinamonti, foi do seu tempo esta co-produção o que não quer dizer que sob a sua direcção este Rigoletto fosse tão mau; é que, entretanto, todo o casting foi escolha do actual director artístico, um grande "artista" sim senhor. A Gilda vocalmente anémica Schill, o maestro anedota, o barítono rouco e com falta de ar à beira da reforma, o tenor pimpão aos berros. Um segundo elenco que faz sofrer a jovem portuguesa Carla Caramujo nos meandros de uma produção miserável e é tudo. Não tenho paciência para mais."
Concordo plenamente com esta crítica. Se eu tivesse sido capaz teria gostado muito de ser o autor desta peça. Como não fui transcrevo-a, na íntegra. Bem haja Sr. Crítico Musical.
Volta Pinamonti, que estás perdoado...
442 anos !!! Também tenho a alma da cor da tinta-da-china

Pois é faz hoje anos (oito anos) que abandonámos a última parcela de Portugal de Além-Mar.
Relembro esta data com 3 Poemas de dois Poetas Maiores: Rodrigo Emílio e Couto Viana.
O grito pungente de Rodrigo Emílio e o lirismo sofrido e sofredor de Couto Viana.
Optei por colocar o Poema do Rodrigo tal como ele o fez, com um registo gráfico impressionante, fazendo lembrar os poetas futuristas que ele tanto amou. Cliquem nas imagens para lerem na totalidade este Poema inédito do Rodrigo, que ele fez questão de distribuir pelos mais próximos.
Relembremos esses 442 anos em que a nossa Pátria se integrou na mítica China.
AQUELA MORTE NAQUELE DIA
AQUELA MORTE NAQUELE DIA
Para o Beckert d`Assumpção, descendente do Barão d`Assumpção, que mandou edificar o Farol da Guia, o primeiro das costas da China.
Os castelos e as quinas começam a sangrar.
Macau, em lágrimas, comove.
Vai engoli-la o céu? Vai naufragá-la o mar?
A névoa esconde a cor das bandeiras no ar.
Chove.
Paira o fantasma de uma igreja. Um sino
Põe-se, lento, a dobrar, moribundo e pesado.
Nenhum Natal acode. A estrela do destino
Não anuncia o Nascimento do Menino,
Mas o Nome de Deus crucificado.
Só cemitérios, cinzas, sombras vagas…
“Não suspireis. Não respireis.” (Alguém murmura?)
Escorrem solidão as faces e as chagas.
A nau-espectro afunda-se nas vagas.
Apagou-se o farol. É noite escura.
O poeta rasgou o alvor da epopeia.
Dela, aqui, não restará lembrança…
O heróico ritmar de uma túmida veia
Extinguiu-se na vaza da pátria agora alheia:
Já não pode rimar futuro com esperança.
Cinco séculos quase a existir Portugal,
Macau, em sangue e lágrimas, desfalece e comove.
Mão assassina assina, na pedra sepulcral,
Um nome ateu, traidor, sobre a data final:
Aos 20 de Dezembro. Ano 99!
António Manuel Couto Viana
Para o Beckert d`Assumpção, descendente do Barão d`Assumpção, que mandou edificar o Farol da Guia, o primeiro das costas da China.
Os castelos e as quinas começam a sangrar.
Macau, em lágrimas, comove.
Vai engoli-la o céu? Vai naufragá-la o mar?
A névoa esconde a cor das bandeiras no ar.
Chove.
Paira o fantasma de uma igreja. Um sino
Põe-se, lento, a dobrar, moribundo e pesado.
Nenhum Natal acode. A estrela do destino
Não anuncia o Nascimento do Menino,
Mas o Nome de Deus crucificado.
Só cemitérios, cinzas, sombras vagas…
“Não suspireis. Não respireis.” (Alguém murmura?)
Escorrem solidão as faces e as chagas.
A nau-espectro afunda-se nas vagas.
Apagou-se o farol. É noite escura.
O poeta rasgou o alvor da epopeia.
Dela, aqui, não restará lembrança…
O heróico ritmar de uma túmida veia
Extinguiu-se na vaza da pátria agora alheia:
Já não pode rimar futuro com esperança.
Cinco séculos quase a existir Portugal,
Macau, em sangue e lágrimas, desfalece e comove.
Mão assassina assina, na pedra sepulcral,
Um nome ateu, traidor, sobre a data final:
Aos 20 de Dezembro. Ano 99!
António Manuel Couto Viana
O NAUFRÁGIO DE MACAU
O NAUFRÁGIO DE MACAU
Para a Teresa Bernardino
A derradeira nau,
Partindo o leme e o velame roto,
Naufragou em Macau,
Por traição do piloto.
E fora a mais leal:
Em quatro séculos hasteara à ré
O pavilhão de Portugal,
Para glória do Império e defensão da Fé.
E era santo dos santos o seu nome,
Mas erguia na gávea o demo de vigia
Que sem um renegar que o vença e dome
A faz varar na vaza desta maré vazia.
Tripulou-a Camões
Que ali lembrou, previu: — Dos Portugueses,
Com seus profanos corações,
Houve traidores algumas vezes.
Tripulou-a Pessanha,
Murmurando entre névoas de ópio e olvido,
Como quem num queixume e presente desdenha:
“Eu vi a luz em um país perdido.”
Da última da Armada
Que em novos mares buscou cada porto ignorado;
Da jamais apresada,
Tendo ao pirata vil o fuzil apontado,
Hoje como não resta nada
Mais do que o pranto da História e a raiva do meu brado:
— Quem impede o traidor de morrer enforcado?
António Manuel Couto Viana
Para a Teresa Bernardino
A derradeira nau,
Partindo o leme e o velame roto,
Naufragou em Macau,
Por traição do piloto.
E fora a mais leal:
Em quatro séculos hasteara à ré
O pavilhão de Portugal,
Para glória do Império e defensão da Fé.
E era santo dos santos o seu nome,
Mas erguia na gávea o demo de vigia
Que sem um renegar que o vença e dome
A faz varar na vaza desta maré vazia.
Tripulou-a Camões
Que ali lembrou, previu: — Dos Portugueses,
Com seus profanos corações,
Houve traidores algumas vezes.
Tripulou-a Pessanha,
Murmurando entre névoas de ópio e olvido,
Como quem num queixume e presente desdenha:
“Eu vi a luz em um país perdido.”
Da última da Armada
Que em novos mares buscou cada porto ignorado;
Da jamais apresada,
Tendo ao pirata vil o fuzil apontado,
Hoje como não resta nada
Mais do que o pranto da História e a raiva do meu brado:
— Quem impede o traidor de morrer enforcado?
António Manuel Couto Viana
Drieu e o papel do Intelectual

"É papel do intelectual, pelo menos de alguns deles, de se elevar para além do acontecimento, tentar e arriscar as suas "chances", tentar os caminhos da História. Azar se se enganam no momento. De qualquer forma asseguraram uma missão necessária, a de estar para além das massas. Á frente, atrás, ao lado, pouco importa; mas estar noutro lado. Os amanhãs não são feitos de outra coisa do que se viu nos dias de hoje."
Drieu. Péroraison . 1945
Abel Bonnard
"Não se cultiva uma planta começando por arrancá-la. Não se educa uma criança no caminho do que ela pode vir a ser, senão começando por amá-la no que ela é, por nos interessarmos pela sua pessoa, para a melhor ligar aos tesouros que lhe pertencem, sem que ela sequer saiba da sua existência. Numa grande Nação ninguém nasce sem uma grande herança"
terça-feira, dezembro 18, 2007
ich habe ein kameraden
O revisionista francês Jean-Louis Berger morreu na passada semana, em Moselle. Tinha junto de si a mulher Jacqueline e os seus filhos. As cerimónias religiosas tiveram lugar na Igreja de Philipsbourg, na Mosela, dia 15 de Dezembro.
Jean- Louis Berger era Professor liceal de História e membro da Frente Nacional. Devido às suas opiniões revisionistas e ao abrigo da lei gayot foi condenado a 10 meses de prisão e consequente expulsão do ensino e de todos os seus meios de subsistência.
Recentemente, no número triplo (30-31-32) do “Sans Concession do VHO, de Bruxelas, Berger tinha publicado as suas memórias do processo que lhe foi instaurado, com as gravosas consequências profissionais e judiciárias. O artigo intitulado “Um homem honesto afastado da Educação (Manipulação) Nacional, e começava pelas seguintes palavras:
“Amigos leitores, o que vão ler não é uma ficção, mas sim uma aventura vivida... Não achava importante a vaidade de ter participado, também eu, na grande aventura da nossa época: o revisionismo. Mas hoje sinto a necessidade imperiosa de testemunhar a verdade face a todos os falsos testemunhos, a necessidade de fazer um exorcismo de todo o mal que me fizeram e de tudo digerir para poder restabelecer a minha mente e o meu espírito".
Descanse em paz!
Jean- Louis Berger era Professor liceal de História e membro da Frente Nacional. Devido às suas opiniões revisionistas e ao abrigo da lei gayot foi condenado a 10 meses de prisão e consequente expulsão do ensino e de todos os seus meios de subsistência.
Recentemente, no número triplo (30-31-32) do “Sans Concession do VHO, de Bruxelas, Berger tinha publicado as suas memórias do processo que lhe foi instaurado, com as gravosas consequências profissionais e judiciárias. O artigo intitulado “Um homem honesto afastado da Educação (Manipulação) Nacional, e começava pelas seguintes palavras:
“Amigos leitores, o que vão ler não é uma ficção, mas sim uma aventura vivida... Não achava importante a vaidade de ter participado, também eu, na grande aventura da nossa época: o revisionismo. Mas hoje sinto a necessidade imperiosa de testemunhar a verdade face a todos os falsos testemunhos, a necessidade de fazer um exorcismo de todo o mal que me fizeram e de tudo digerir para poder restabelecer a minha mente e o meu espírito".
Descanse em paz!
segunda-feira, dezembro 17, 2007
Notícias da “república dos tratantes” – 3
Vocês, por acaso, repararam que no tratante lisboeta qualquer membro pode ser “suspenso”??? caso a sua população inteligentemente vote num partido que não siga os ditames “mundialistas”?
Ou seja casos como o da Áustria, do senhor Haider, nunca mais se poderão passar na Europa. Eram logo suspensos (cartão amarelo na gíria futebolista). E logo depois está mesmo prevista a amostragem do cartão vermelho – rua!
E viva a pluralidade, e viva a liberdade, e viva a careca do noivo, digo eu...
Ou seja casos como o da Áustria, do senhor Haider, nunca mais se poderão passar na Europa. Eram logo suspensos (cartão amarelo na gíria futebolista). E logo depois está mesmo prevista a amostragem do cartão vermelho – rua!
E viva a pluralidade, e viva a liberdade, e viva a careca do noivo, digo eu...
Notícias da “república dos tratantes” – 2
Segundo o governo boliviano os embaixadores dos países da ue poderiam servir de intermediários entre o governo local e as quatro províncias com ideias autonomistas.
Só quero recordar que a última vez que a ue fez uma intervenção do género foi na Sérvia, declarando alto e bom som, com empenho de palavra de honra e tudo, de que garantiam a integridade do Estado Sérvio, e para finalmente tudo ceder aos américas e aos independentistas.
Só quero recordar que a última vez que a ue fez uma intervenção do género foi na Sérvia, declarando alto e bom som, com empenho de palavra de honra e tudo, de que garantiam a integridade do Estado Sérvio, e para finalmente tudo ceder aos américas e aos independentistas.
Notícias da “república dos tratantes” - 1
Depois da (oficialmente ainda não) consumada traição da ue aos europeus da Sérvia, no que se refere ao Kosovo, começam os sinais de desagregação da nossa Europa.
Agora é o senhor Daniel Ducarne, antigo presidente do Partido Liberal Francófono belga a sugerir, ou melhor diria, a propor a criação de uma “Bélgica Francesa”, funcionando em associação com a França. Diz o tal do sistema:
Desde o alargamento a 27 que a ue reforçou a presença dos estados grandes que serão os decisores de amanhã. Seria pois irresponsável não aproveitar a ocasião. Seria também irresponsável crer que é possível assumir os nossos próprios destinos (da Bélgica francesa) num quadro politico tal como ele se nos apresenta”.
Ou seja, em português mais simples, a ue tem tudo a ganhar com a eclosão dos movimentos regionalistas ou mesmo locais. Semeiam ventos, ...
Agora é o senhor Daniel Ducarne, antigo presidente do Partido Liberal Francófono belga a sugerir, ou melhor diria, a propor a criação de uma “Bélgica Francesa”, funcionando em associação com a França. Diz o tal do sistema:
Desde o alargamento a 27 que a ue reforçou a presença dos estados grandes que serão os decisores de amanhã. Seria pois irresponsável não aproveitar a ocasião. Seria também irresponsável crer que é possível assumir os nossos próprios destinos (da Bélgica francesa) num quadro politico tal como ele se nos apresenta”.
Ou seja, em português mais simples, a ue tem tudo a ganhar com a eclosão dos movimentos regionalistas ou mesmo locais. Semeiam ventos, ...
Atenção Falcão!!!
E tutti quanti das SOS racismos
Então não é que em Israel se está a preparar uma lei anti racista para impedir os judeus de praticarem actos de anti-semitismo????
Pois esse senhores (semitas ao que parece) fazem actos anti-semitas (também ao que parece). Não perceberam. Eu também não, deixem lá. O que sei é que os judeus ultra-ortodoxos são vítimas de descriminação por parte de judeus oriundos da antiga união soviética, também os judeus falachas da Etiópia são vítimas de actos racistas, e (já agora) também os árabes que ficaram na sua terra são alvos de ataques racistas. Cada vez mais confusos? Eu também. Não me digam que a culpa é dos skin heads ... Ou se calhar do senhor Mário Machado ...
Para perceberem melhor leiam a notícia do Fígaro do dia 14 de Dezembro, assinada por Patrick Saint-Paul , correspondente naquele país do periódico francês.
Então não é que em Israel se está a preparar uma lei anti racista para impedir os judeus de praticarem actos de anti-semitismo????
Pois esse senhores (semitas ao que parece) fazem actos anti-semitas (também ao que parece). Não perceberam. Eu também não, deixem lá. O que sei é que os judeus ultra-ortodoxos são vítimas de descriminação por parte de judeus oriundos da antiga união soviética, também os judeus falachas da Etiópia são vítimas de actos racistas, e (já agora) também os árabes que ficaram na sua terra são alvos de ataques racistas. Cada vez mais confusos? Eu também. Não me digam que a culpa é dos skin heads ... Ou se calhar do senhor Mário Machado ...
Para perceberem melhor leiam a notícia do Fígaro do dia 14 de Dezembro, assinada por Patrick Saint-Paul , correspondente naquele país do periódico francês.
sexta-feira, dezembro 14, 2007
Depois de (mais uma) profanação dos Jerónimos
Non possumus!
Somos uma pequena Pátria, é certo, mas vale tanto como qualquer outra e merece, acima de tudo, a nossa total Fidelidade.
E se os nossos podem – talvez - não saber exactamente o que querem, pelo menos todos “nós” sabemos o que não queremos.
Diante dos nossos olhos ergue-se algo que não queremos mesmo ser ou sequer vivenciar.
Todos cedem? Que lhes faça bom proveito. A grande máquina da intolerância universal não nos ganhará!
Continuemos a lutar, a nossa Fidelidade será um dia recompensada.
Corações ao alto e avante
Apostilha: Relendo as “Orientações” de Julius Evola:
“Em todas as circunstâncias o que tiver de ser feito sê-lo-á, e nós pertencemos a essa Pátria que nenhum inimigo poderá jamais ocupar ou destruir”.
Somos uma pequena Pátria, é certo, mas vale tanto como qualquer outra e merece, acima de tudo, a nossa total Fidelidade.
E se os nossos podem – talvez - não saber exactamente o que querem, pelo menos todos “nós” sabemos o que não queremos.
Diante dos nossos olhos ergue-se algo que não queremos mesmo ser ou sequer vivenciar.
Todos cedem? Que lhes faça bom proveito. A grande máquina da intolerância universal não nos ganhará!
Continuemos a lutar, a nossa Fidelidade será um dia recompensada.
Corações ao alto e avante
Apostilha: Relendo as “Orientações” de Julius Evola:
“Em todas as circunstâncias o que tiver de ser feito sê-lo-á, e nós pertencemos a essa Pátria que nenhum inimigo poderá jamais ocupar ou destruir”.
Orientações - Friedrich Nietzsche
« A beleza de uma raça, de uma família, de um povo, a sua graça, a sua perfeição em todos os seus gestos é adquirida com dificuldade: ela é como o génio o resultado de um trabalho acumulado ao longo de gerações. »
Friedrich Nietzsche. O crepúsculo dos ídolos. 1888
Friedrich Nietzsche. O crepúsculo dos ídolos. 1888
quinta-feira, dezembro 13, 2007
A Europa (uma vez mais) claudicou!

Ou o que é que se está a a passar no Kosovo?
Vamos por partes: para dar uma imagem simplificada vamos imaginar o nosso Minho. Onde tudo (Portugal) começou. Passa entretanto a haver uma fortíssima emigração de magrebinos (por exemplo) para as terras de entre douro e minho. Passados uns largos anos os magrebinos já são maioritários. Querem a independência e a sua ligação ao Marrocos. Vão a votos e ganham (claro). Vem os americas e dizem muito bem, vem a UE e diz talvez. Não temos Rússia que nos salve. Vem a ONU e diz crie-se o Estado Muçulmano do Minho e nós que nos lixemos.
Grosso modo é o que se está a passar no Kosovo.
Mas porquê esta obstinação dos américas na criação de um estado mulçulmano (e etnicamente não-europeu) no seio da Europa (com inscrição aceite a priori na ue dos nossos tratantes). Este é o principal motivo desta nossa reflexão.
Será para desestabilizar a Europa impedindo-a de ter uma unidade cultural? Será para destruir para sempre a possibilidade de um eixo Paris - Berlim - Moscovo, único capaz de enfrentar a política hegemónica atlantista?
E eu que não sou adepto das teorias da conspiração acredito sinceramente neste cenário.
Alguns analistas ficaram surpreendidos com a dimensão da vitória de Putin. Nanja eu, que a julgava ainda maior. Sim porque lá ainda não anda tudo a toque de caixa de Washington.
Há quem diga. Vamos ver a atitude da ue e depois falamos. Pois eu afirmo que os eurocratas e federastas europeus já decidiram. Vão apoiar decididamente a posição americana. A França, que historicamente se oporia hoje está nas mãos de Sarkozy... logo nada fará. Teremos a prova definitiva de que estamos às ordens dos EUA e que não queremos uma Europa cultural e verdadeiramente unida, preferindo um grupo de albaneses e muçulmanos ao nosso lado em vez de uma Sérvia que é cultural, etnica e historicamente Europa. Somos um país de Amados, enfim ...
Conseguiram!
Pois é os "nossos queridos democratas" conseguiram. Queriam acabar com o PNR e vão conseguir. Arrastam atrás dele outros (quase todos os pequenos, menos os verdes tipo melancia, vai uma apostinha?) mas a paz vai ser restabelecida, agora que há tantas nuvens negras no horizonte.
Infelizmente eu tinha razão quando (em Setúbal) disse a Le Pen que não valia a pena fazer nenhum Partido em Portugal porque "eles" tinham a faca e o queijo na mão. Ou através da lei celerada ou através de medidas da própria lei dos partidos. Se se chateassem e vissem algum perigo, era rápido e indolor. E mais, ninguém protestava. Na altura fui acusado de pessimista. Como vêem eu tinha carradas de razão. Lembras-te meu caro ...?
Mas outras formas de participação deverão ser postas em cima da mesa. Mais ou menos clandestinas, se não houver outra solução, é claro. Mas disso já nós temos bastante experiência, digo eu ...
Infelizmente eu tinha razão quando (em Setúbal) disse a Le Pen que não valia a pena fazer nenhum Partido em Portugal porque "eles" tinham a faca e o queijo na mão. Ou através da lei celerada ou através de medidas da própria lei dos partidos. Se se chateassem e vissem algum perigo, era rápido e indolor. E mais, ninguém protestava. Na altura fui acusado de pessimista. Como vêem eu tinha carradas de razão. Lembras-te meu caro ...?
Mas outras formas de participação deverão ser postas em cima da mesa. Mais ou menos clandestinas, se não houver outra solução, é claro. Mas disso já nós temos bastante experiência, digo eu ...
Marchar, Marchar !

Alguns não sabem que a estrofe do Hino Nacional (Marcha patriótica surgida na altura do vergonhoso Ultimatum, com que fomos brindados pelos nossos queridos bifes) em que se diz "contra os canhões, marchar, marchar" originalmente era dito, "contra os bretões (de britânicos, entenda-se), Marchar, Marchar!
Pois hoje deveremos passar a dizer "Contra os Federastras, marchar, marchar"
quarta-feira, dezembro 12, 2007
"La solita" rebaldaria
Ou em português: a rebaldaria do costume...
Soubemos hoje pelos jornais que os do Tribunal da Relação de Lisboa acham muito bem que se continue a escutar os telefones de tudo e de todos. Veio agora - sem dúvida, em douto relato - informar o povoléu "deste país" que mesmo que os políticos queiram colocar algum freio às escutas não vão conseguir. Sim, porque quem manda são eles. Em poucas palavras explique-se que o "buraco" encontrado na lei é o seguinte: o "intermediário" (que face à lei pode ser escutado) será "todo aquele que, pela sua proximidade com o arguido ou suspeito, seja por razões de ordem familiar, pessoal ou amizade, ou quaisquer outras que o levem ao contacto entre ambos , ainda que ocasional ou forçado, se prefigure como potencial interlocutor". Ou seja em língua de pessoas normais: TODOS podemos ser escutados!!!
E ainda ontem lá um dos da judite falando da guerra de Chicago (perdão Porto) se indignava porque com o novo Código lhes era mais difícil investigar. Com assim, se continuam a poder escutar tudo e sempre que o desejarem.
Que saudades dos ignominiosos dias da pide em que apenas se escutavam cinco telefones em simultâneo.
E já agora porque é que a nossa estimada polícia em vez de andar a ouvir telefonemas não volta a trabalhar à antiga portuguesa (antes das novas tecnologias). Lembro-me que a taxa de sucesso era bastante grande. Só que na altura a PJ tinha polícias hoje tem doutores ...
Soubemos hoje pelos jornais que os do Tribunal da Relação de Lisboa acham muito bem que se continue a escutar os telefones de tudo e de todos. Veio agora - sem dúvida, em douto relato - informar o povoléu "deste país" que mesmo que os políticos queiram colocar algum freio às escutas não vão conseguir. Sim, porque quem manda são eles. Em poucas palavras explique-se que o "buraco" encontrado na lei é o seguinte: o "intermediário" (que face à lei pode ser escutado) será "todo aquele que, pela sua proximidade com o arguido ou suspeito, seja por razões de ordem familiar, pessoal ou amizade, ou quaisquer outras que o levem ao contacto entre ambos , ainda que ocasional ou forçado, se prefigure como potencial interlocutor". Ou seja em língua de pessoas normais: TODOS podemos ser escutados!!!
E ainda ontem lá um dos da judite falando da guerra de Chicago (perdão Porto) se indignava porque com o novo Código lhes era mais difícil investigar. Com assim, se continuam a poder escutar tudo e sempre que o desejarem.
Que saudades dos ignominiosos dias da pide em que apenas se escutavam cinco telefones em simultâneo.
E já agora porque é que a nossa estimada polícia em vez de andar a ouvir telefonemas não volta a trabalhar à antiga portuguesa (antes das novas tecnologias). Lembro-me que a taxa de sucesso era bastante grande. Só que na altura a PJ tinha polícias hoje tem doutores ...
terça-feira, dezembro 11, 2007
Tradição, Continuidade, Reconstrução

Desde os anos 80 do passado século que tenho vindo a acompanhar (com grande interesse) todo o movimento cultural russo que se pode consubstanciar nas palavras do título deste postal.
Surgido de forma surpreendente (ou talvez não) ainda em período soviético, este movimento que começou nas escolas superiores de Belas Artes foi-se desenvolvendo de forma radical pelas outras universidades. A qualidade dos pintores, escultores, arquitectos, músicos, poetas (principalmente), escritores, etc. foi para todos nós - no ocidente - uma verdadeira e agradável surpresa. A grande quantidade tinha de criar a qualidade. Hoje contam-se às centenas - só para falarmos de pintura - os magníficos executantes da Pátria de Ivan.
Hoje apenas vos trago dois ou três exemplos da arte pictórica de Boris Olshansky (todas já do século XXI). Este assunto não pode ser para morrer. Tem de ter a análise política que merece. Cá chegamos nós à velha máxima do Rodrigo Emílio: "o combate cultural precede sempre o combate político, e depois aocmpanha-o". Foi uma máxima de uma Vida. Como sempre ele tinha razão.

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