domingo, julho 13, 2008

Os iconoclastas


(carregar na imagem para aumentar e ver a realíssima escumalha pós abrilina)
Ou ainda: o regorjitar da sarjeta no pós 25 do 4

Apostilha: Nunca mais vou esquecer na vida o que vi na Av da Liberdade junto ao Monumento dos Combatentes: uma "acriz", tipo corista ou discípula ou lá como lhes chamavam no Teatro da Revista, com a placa de mármore de homenagem a um Flecha da DGS morto em combate em Angola, a atirá-la ao chão tentando parti-la, sem êxito. Foi necessário outro dos tais ir buscar um martelo para destruir a placa. Para azar dela o olhar que cruzámos naquele momento foi tão intenso, que ela contaria poucos dias depois a Vasco Morgado que sentiu medo, muito medo...

Nunca mais estive em frente da fulanita. Ainda bem, para mim e principalmente para ela. Conclusão da história: apesar de se ter armado em grande anti-fascista, começando o peito a descair e as pernas a cobrirem-se de varizes, desapareceu - para sempre - de cena.

3 comentários:

Anónimo disse...

meu caro
esta malta nem de escumalha merece o epiteto.
animais rastejantes

Anónimo disse...

Quem era?
Oengenheiro

José Carlos disse...

Meu caro:
Como explico em postal posterior a minha sugestão é a de que a menina era uma tal HM. O meu camarada que também assistiu acha que é outra. Mas em Agosto eu vou à hemeroteca para tirar dúvidas, e então em vez das iniciais escrevo o nome.
Um abraço