quinta-feira, abril 15, 2010

Estes nossos jornalistas são um espanto!!!


E a ver vamos o que o próximos dias nos reservam.

Terreblanche foi assassinado. Todos o sabemos.

A primeira desculpa para a brutalidade do assassinato foi a de "salários em atraso". Logo os nossos "brilhantes jornalistas" declararam "urbi et orbi" que o facínora do fascista era um malandrim que não pagava o que devia. Quem não se recorda do editorial da nova directora do jornal Público.

Bem, mas essa não pegou. Não faz mal, inventa-se outra. Por exemplo o Terreblanche era homossexual. Bem até aí eles não podem dizer nada. Mas se acrescentarmos a isso umas pitadas de pedofilia a coisa começava a compor-se. Boa o fascista era pedófilo. Até houve quem dissesse que ele tinha um "vibrador negro de 35 cm enfiado no recto, bem como revistas gays debaixo da cama". Mas aí (e após a difusão dessas notícias pelos nossos queridos jornalistas) a coisa piou mais fino, porque a polícia desmentiu tudo.

Agora a desculpa é outra. Trata-se de auto defesa. Os dois assassinos sentiam-se ameaçados pelo ogre nazi e daí antes de serem barbaramente assassinados- pimba - mataram-no eles.

Esta até ver é a última. Claro que os nossos queridos e mimosos jornalistas vão-se deliciar com esta nova desculpa. Sim, porque a culpa de ser assassinado tem de ser do assassinado.

Pois é, lembrem-se da velha história do "bom selvagem" ameaçado pelo velhaco do "homem branco".

Essa sim é que é "politicamente correcta".

Ou seja - e como de costume - as "historietas" que vem na comunicação social é que são verdadeiras. A verdade é só uma: o que "eles" dizem é a verdade. Sim porque a Verdade não vende jornais!!!!

4 comentários:

harms disse...

Mas essa infeliz da Bárbara reis escreveu o quê, afinal? É que eu já raramente lia o Público, mas desde que ela foi nomeada directora deixei completamente de o fazer. É que a crónica mais imbecil a nível de politicamente correcto que já li até hoje foi da autoria dela, quando o JMF era director e a menina escrevia umas cronicazitas ao Sábado. Agora, Público, só online e por pouco tempo que aquilo é intragável. Saúde!

Anónimo disse...

O Slovo é um judeu.
Típico!

Riccardo disse...

Todo este solidarismo com o Terreblanche nos meios NR lembrame as campanhas extremodireitistas pró-Erich Priebke na Itália dos anos 90. Que a sua prisão aos 82 anos de idade e a campanha mediatica fossem patéticas é um facto, mas é um facto também que o homem limpou 335 italianos por represálias o que não faz dele exactamente um eroe nacional.
Da mesma forma, no caso Terreblanche uma coisa é apontar o dedo ao 'politicamente corecto' dos media, outra tornar o homem um martir: o sistema que sempre apoiou não é exactamete o exemplo mais animador de Estado orgánico e comunitário. Chi semina vento raccoglie tempesta.
Riccardo

José Carlos disse...

Meu Caro:
Concordo completamente. Quem viveu intensamente os últimos dias de Portugal está suficientemente "vacinado" no que diz respeito aos "boers". Terreblanche foi um produto das circunstâncias e do tempo em que iniciou a sua militância. Foi importante no que diz respeito à não chacina - imediata - dos fazendeiros. (em vez de ser de uma só vez, tem sido às prestações...)
Agora eu não perco uma oportunidade para demonstrar a hipocrisia dos nossos mimosos plumitivos, ai não perco não!