terça-feira, maio 18, 2010

As opiniões laicas



Laica por laica prefiro a cadelinha que foi lançada pelos soviéticos para o espaço.

Deu-lhes tantas alegrias que até lhe fizeram uma estátua.

Que periodicamente enchem com cravos vermelhos - a flor oficial da União Soviética!

Apostilha: Se calhar vocês julgavam que aquela cena dos cravos vermelhos do 25 do 4 foi por acaso? Acreditaram mesmo nisso? Olhem que eu também acredito no Pai Natal ...

quarta-feira, maio 12, 2010

Cacafonias portuguesas



A política portuguesa parece-se cada vez mais com uma orquestra sinfónica, desafinada, muito desafinada é certo.

Imaginemos os “nossos queridos partidos” do sistema na gestão da tal orquestra. Seria um espanto! Senão vejam:

PC
O maestro e o compositor são saneados. Os músicos escrevem colectivamente uma sinfonia onde todos os instrumentos tocam o mesmo número de notas.
O novo maestro é eleito por braço no ar. Mas só até que a orquestra se auto dirija. Até lá tem de obedecer ao centralismo democrático e ao seu controleiro. Só se tocam instrumentos feitos pela classe trabalhadora. As flautas de plástico e os cavaquinhos estarão na primeira linha dos instrumentos tocáveis. Os cobres, as peles, harpas e pianos são declarados burgueses e imediatamente destruídos. Deixa de haver 1ºs e 2ºs violinos (ou cavaquinhos). Todos esses instrumentistas serão iguais e tocarão todos o mesmo.

BE

A orquestra é dissolvida. Estabelece-se a auto gestão. Cada qual tocará o instrumento que lhe der na gana, na tonalidade que quiser, quando quiser e o fizer sentir bem. O solfejo é declarado fascista e o seu ensino proibido. Finalmente toda gente é feliz e livre.

Louçã é nomeado coordenador da orquestra extinta. Como 1º bombo é escolhido o Miguel Portas. O Rosas fica responsável pela difusão das obras não feitas.

Mas para suportar toda a cacafonia libertária terão de se socorrer do fumo de umas cenas e de uns belos de uns chutos. O teatro de são Carlos passa a ser a sede dos okupas. Um dos músicos consegue uns sons. Faz contrato com uma multinacional. Vende os seus discos na FNAC. Ganha muito dinheiro, mas entretanto morre sufocado no seu próprio vómito após umas cenas bem boas e mais puras que o normal.

CDS :
Só se toca aquilo que der dinheiro ou que o jet set goste (aquelas cenas que o Pavarotti cantava, giras que toda a gente fina conhece) Passa a haver um controlo de custos, maximizando o lucro. Os músicos inúteis ou menos rentáveis (harpa, xilofones, triângulos, etc) são despedidos e substituídos por sintetizadores made in china.

Os músicos passam a dispor de prémios de desempenho, bem como de ar condicionado, máquinas de café, jaccuzzis, de computadores protáteis e de seguros de saúde. Dentro de alguns anos ninguém se lembrará mais de Vivaldi. Mozart ou Wagner. Só conheceremos compositores americanos como Copland, Bernstein, etc.

PSD :
O acordeonista passa a dirigir a orquestra. É o músico mais bonito e passa bem na televisão. Tem mesmo a simpatia dos críticos musicais. Só que não faz ideia como se lê uma partitura. Mas faz apelo aos seus amigos bruxelenses que lhe mandam uma partitura para principiantes da sinfonia de sucesso “Obedece a Bruxelas e estás safo”.
Decide fazer um debate sobre o génio de Mozart, mas os grupos de hip-hop da zona J e de Corroios protestam contra a discriminação e o debate fica adiado sine die. Os lobbys gays e feministas exigem debates semelhantes sobre os seus ícones. Tudo fica em águas de bacalhau.

PS :
Só toca temas alegres e festivos (tipo o gladiador). Também toca em todos os concertos “La vie en Rose”.
O Maestro sorri. Sorri muito, sorri sempre. Faz jogging em todas as digressões. Critica sempre todos os músicos das outras orquestras. Os outros são todos uns incompetentes. Os músicos são convidados a interrogar-se sobre todas as convenções musicais, a desconstruir os modelos normativos com o objectivo de produzir uma verdadeira harmonia sonhada pelos grandes arquitectos do partido. Ou seja uma harmonia agradável aos cidadãos, com a mestiçagem cultural necessária a uma nova sociedade. Passa a haver a descriminação positiva. 50% dos músicos serão mulheres (mesmo que vivam em Paris e toquem em Lisboa. A produção paga.)

São abertas vagas para as minorias homossexuais, mesmo que não façam falta na orquestra. A produção paga.

A PT e o Tagus Park compram o blogue “critico musical” que se atreveu a dizer que a orquestra tocava desafinada. A partir desta data todos os críticos musicais falarão da Orquestra como a melhor do mundo e arredores. Karajan e Celibidache serão meros aprendizes de músicos comparados com o novo Maestro. E alem do mais não falam tão bem o inglês técnico.

Jorge Coelho andará no meio do público para sempre que alguém tente patear, ele possa aplicar a velha fórmula do partido;: “quem se mete com a Orquestra do PS leva”.


Bloco Central pró federastra (imposto brevemente por Bruxelas):

Os músicos não se entendem uns aos outros. Os instrumentos estão todos desafinados, mas cumprem todas as normas de Bruxelas.

O chefe de Orquestra é escolhido através de negociações entre os grandes que escolhem um pequeno para não chatear.

Toca-se só música turca...

PS: E em fundo os Portugueses ouvem (enquanto o navio com os Portugueses a bordo se afunda nas águas geladas) todas estas orquestras a tocarem o tema do Tittanic.

O adjectivante da Ética




Manuel Alegre, o vate, o “poeta alegre”, anda agora a ameaçar tudo e todos (especialmente os bloguistas) com cadeia (“quem colocar em causa, vai para a cadeia”) (sic).

Nem é preciso julgamento, nem instrução de processo, nem juízes e muito menos advogados de defesa, segundo parece. Nem há possibilidades de pena suspensa. Cadeia. (noticia hoje o Público, pela pena de Luciano Alvarez - pág. 21). Parece o “remake” do filme de terror ”prec e pós-prec”. Deve estar-lhes no sangue!

Razão. O indivíduo diz não ser desertor da Guerra. E apresenta papéis.

Aliás já na sessão da Gulbenkian de 3 de Maio o vate da nossa esquerda catita e caviariana já se tinha abespinhado com o tema. Naquele dia teve azar. Como interlocutor estava um distinto Oficial das Forças Armadas que não lhe deu tréguas.

Agora resolveu explodir e passar ao ataque. Finalmente vai à luta. Até que enfim que se arrisca um pouco (através dos Juízes, é certo), para alem das palavras. Cadeia com eles, já! Se calhar o indivíduo adora meter (ou ver metidos) na cadeia aqueles que não pensam como ele. Pode ser que seja genético da esquerda, sei lá...

Mas analisemos parte da vida e obra do campeão da liberdadezinha. Do “a mim ninguém me cala”.

Vejamos. O sr. Alegre foi até Angola como Alf. Mil. Inf. Depois foi detido por razões que não explica na totalidade. Volta para a Metrópole em 1964. E resolve exilar-se de Portugal passando a fronteira por Chaves. (já agora refira-se a propósito, porque a nota não o revela, que ele sai de uma quinta propriedade da “discreta” família Montalvão Machado muito ligada à oposição laica e republicana e que fica junto da raia). Grau de dificuldade do salto zero.

Vai então para a Argélia. País – como todos sabemos – das mais amplas liberdades. Pátria da ética republicana. Partidos políticos eram mais do que muitos. Pluralismo na imprensa era mato. Liberdade de opinião e de expressão aos montes (diria mesmo aos montículos). Presos políticos nanja (isso só os fascistas é que tem ...). Fuzilamentos e assassinatos, foram detalhes da luta pelos direitos humanos, nada mais do que isso. Detalhezinhos, para que é que estão a falar disso. Coisinhas que acontecem ...

Ou seja saiu de um “regime de opressão” e foi para um paraíso totalmente livre. Ali sim é que um homem se sente bem. Ca ganda país. Depois aceita um trabalhinho como locutor de uma estação pública de radiodifusão (quem pagava? Eram os democratas portugueses? Ou era um pais estrangeiro? Não esclarece.) Aí foi debitando para o éter aquilo que debitou e que fica para a sua história. Aguente-se ... Os antigos Combatentes não esquecerão! E quer ser o Comandante Chefe ...

Depois do 25 do 4 volta para o que se transformou “neste pais”. Pacto mfa / partidos (só as esquerdas podem existir neste pais da liberdade) . Tudo bem. As cadeias cheias de presos políticos, ainda melhor, sevícias e torturas sobre os presos políticos, que se lixe.

Todos nós esperávamos que o vate fosse para outro pais de amplas liberdades clamar contra essas infâmias. Mas não, não foi. Nem cá, nem lá. Calou-se. (e logo a si que ninguém o cala). E olhe sr vate, houve indivíduos do seu lado (por exemplo Jaime Gama) que não se calaram (poucos, muito poucos, é certo).

Ou seja como é que foi possível dar lições de democracia e de liberdade contra o “regime de opressão e de falta de liberdade” (que para si era o Estado Novo) pactuando com um regime de opressão e de falta de liberdade? Por hipocrisia? Ou porque dava jeito? Ou ... ou ... ou.... Os meus caros leitores têm liberdade de escolha.

E já agora sr vate: se me quiser meter na cadeia declaro que estou pronto. Aliás eu estou mesmo a precisar de descansar um pouco, dormir mais. Se calhar fazia-me bem. E a si presumo que ainda faria melhor. Ou seja, deve ser bem bom para si ver mais um opositor seu dar com os costados na pildra. Feitios...

Apostilha: Como agora está na moda o simplex o melhor é mandar-me uma guia de marcha (via mail) para eu me apresentar em Caxias. Assim poupa-se umas massas ao ”estado a que isto chegou” e a mim, que já nem preciso de contratar advogado. Sou culpado de não descortinar o seu génio e de não colocar num pedestal a sua arreigada ética (republicana – não nos esqueçamos do adjectivo). Logo só mereço cadeia!

segunda-feira, maio 10, 2010

A Visita

Andam para aí todos histéricos os "bons dos laicos esquerdistas" a propósito da vinda de Bento XVI a Portugal.

Uns (pouquíssimos) muito preocupados porque o leram, os outros (a esmagadora maioria) porque o não leram.

sexta-feira, maio 07, 2010

Leiam que deve valer a pena




Prefiro sentir-me queimado e sofrer uma dor diabólica do que viver neste ambiente de tépida temperatura.

Então incendeia-se em mim um desejo selvagem de emoções intensas, de sensações, uma raiva contra esta vida lisa, normalizada e esterilizada e uma vontade de desfazer qualquer coisa, nem sei qual, uma loja, uma catedral ou mesmo a mim próprio: cometer loucuras temerárias ...

Isto é de facto tudo o que eu sempre mais detestei e amaldiçoei: esta satisfação, esta sanidade asséptica e pacífica, este gordo e oleoso optimismo burguês, esta disciplina de homem medíocre, normal, vulgar.

Hermann Hesse

Reflexões de um “deles” perante “este pais” agonizante



E de repente – horror dos horrores – “nós” vemo-la morta.
E mais ainda, descobrimos que fomos nós que a matámos.
Com os nossos sonhos e quimeras. Em nome dos “princípios” que pensávamos imortais – os tais “das luzes”.
Sim, porque nós ganhámos a guerra. Temos desde essa data - sempre tivemos - direitos a todos os despojos.
“Isto” era nosso, muito nosso, todo nosso. E paulada em cima de todos que dissessem mal de “nós”.
E as mordomias? Irão elas acabar?
Que fazemos?
Não nos podiam ter feito isto.
Malditos os que nos roubaram o “nosso sonho”!
E agora que vamos fazer? Ainda por cima sabemos que foi tudo pelo cano!


PS: A nossa auto estima e os comprimidos que tomámos para a conseguir tiveram efeitos bem perniciosos. Porque é que não nos avisaram? Porque é que o "Infarmed" deixou que houvesse comprimidos destes à venda? Deu cabo de tudo. Ou teríamos sido "nós" que não lemos a papeleta de que haveria de certeza efeitos secundários?
Isto é o mal de sermos tão, mas mesmo tão, primários!

Apostilha: O cadáver social é mais difícil de enterrar que o cadáver humano. O humano apodrecerá no caixão, imagem regressiva da gestação. O cadáver social continua a apodrecer até que nos apercebamos de que já morreu.

Esta sociedade cria a mentira evidente.: uma sociedade pode esconder durante muito tempo as suas mazelas, as suas lesões mortais, mascarar a sua agonia, fazer-nos crer que ainda é pujante, quando afinal está morta e tem de ser enterrada. E bem enterrada!

Esclarecendo dúvidas



Não são 90 e tal por cento do actual PIB. São cerca de 230%.

Não nos esqueçamos das dívidas das empresas públicas e dos bancos ao estrangeiro. Quer queiramos ou não, são dívidas que têm de ser assumidas pelos contribuintes portugueses.

Por amor de Deus. Não mascaremos a realidade em nome da "defesa dos interesses deles".

Nem daqui a 15/20 anos nos livramos destes disparates.

Quem nos impingiu a teoria de que éramos ricos? Cavacos e cia, é bom de ver. Assumamos a realidade já existente no 24 de Abril. Somos os mais ricos dos mais pobres. Mas isso já éramos em 1974, antes do terceiro D!

Assumam-no, porra!

segunda-feira, maio 03, 2010

Estórias de Ary dos Santos

Um estimado leitor deste bolgue tem gasto algum tempo a zurzir-me com o "seu" Ary dos Santos, único e verdadeiro Poeta de que gosta (por militantismo político ao que me apercebo.

Sei da elevada estima e cumplicidade entre Ary e Rodrigo Emílio no campo literário. Sou até testemunha disso.

Mas como o meu estimado leitor é um fã acrisolado do lado sério do Poeta, quero contar-lhe uma história que a mim me divertiu e que se calhar a si o vai decepcionar.

Numa festa do Avante (penso que em 1982 ou 83) quando Cunhal falava aos seus acólitos que o escutavam em reverência quase religiosa, Ary por trás do palco falava - com a sua voz "de trovão" com os artistas que se seguiriam em palco após a discursata do chefe. O barulho era tanto que a certa altura surgiu um membro do comité central com cara de controleiro despiedado que mandou calar toda aquela turba de hereges.

Aí Ary voltou-se para os seus parceiros (todos masculinos) e disse: "calem-se meninas e deixem falar a tia avó!)

Gargalhada geral e mais uma vez se sentiu o gélido e reprovador olhar do controleiro de serviço.

Só para lhe dizer que o Ary - para além de comunista (por algumas razões que um dia eu conto) também era um tipo bem divertido.

Maré negra



Ou maré “oceano americana” em linguagem politicamente correcta dos USA.
Uma tragédia. Vamos ver como é que a British Pertrolium se vai limpar deste desastre. Quantos milhares de milhões de dólares é que vão ser gastos para se limparem a “eles” e ao oceano.
E este vasto desastre veio-me ontem à cabeça quando regressava do Porto no velho intercidades (que em 3 horas e ¼ me põe em Lisboa – para o que é que eu preciso o TGV não me dirão?).
E que é que tem este sucedâneo de intercidades ou de alfa a ver com a maré negra perguntarão os meus leitores.
Nem eu próprio me apercebo das relações que me levaram a este desvio de pensamento – coisas de caquéctico, digo eu.
Recordo as imagens televisivas da maré negra. O aspecto de sujidade, de opressão respiratória, enfim horrível. Mas ao meu lado faço toda a viagem ao lado de uns “jovens” de uniforme “disforme”. Boné com a pala para trás, calças pelo meio do rabo, ténis sujos, etc. Ou seja o uniforme que distingue os sub ou infra urbanos da nossa praça.
E o som meu Deus. Parece o som dos novos colonizadores melanodermes tentando conquistar os nossos ouvidos e as nossas almas com um som da tribo afro americana das selvas suburbanas dos States.
Posso talvez dizer que é o triunfo do ritmo selvagem sobre a saborosa e sapiente melodia. Os djalós, as kátias vanessas e similares esmagam completamente Mozart. E o que é mais grave nem podemos protestar, senão levamos com o “pc” em cima. Enfim o triunfo deles face a todos os portugueses com a sua habitual fraqueza e espírito de meias tintas. (nanja eu que afirmei alto e bom som todo o meu incómodo. Com a aquiescência - só nos olhos - das pessoas...).
Ou seja – mea culpa – não fui capaz (ou já não estou para isso, sei lá) de montar no meu alazão branco, desembainhar a espada e carregar a toda a brida contra a decadência.
Estarei a ficar velho???

Como dizia de início – e após este interlúdio de passageiro da CP - temos todos de lutar contra as marés negras que assolam o planeta. Sim porque queremos todos lutar pelo ambiente. E é “pc” dizermos que todos defendemos o planeta em nome da ecologia.

Apostilha e declaração de interesses: sou um grande - enorme admirador - da verdadeira música africana. Posso dizer que uma das minhas melhores recordações melómanas tem a ver com um famoso "concerto" de centenas de marimbeiros moçambicanos num anfiteatro natural debruçado sobre o Indico. Zona de Inhambane - Moçambique - 1972.
PC significa politicamente correcto e não qualquer outra coisa ...

sexta-feira, abril 30, 2010

Reflexão para o nosso 1º de Maio



Como nos ensina Tolstoi lemos num jornal “não opiniões extremas, mas sim as médias de que se alimenta a maioria”. Essa reflexão – escrita no que se refere aos jornais – pode hoje em dia ser transferida para o mundo bloguístico.

A “maioria” está-se nas tintas para tudo o que escape à apagada e vil tristeza do conformismo e da bovinidade – como bem sabemos.

E quando uma minoria lança os seus gritos de alerta e declara (urbi et orbi) que o “rei vai nú, verdadeira e pateticamente nú” ela é rapidamente colocada na prateleira. Anulada, apagada, vilipendiada. Principalmente numa época em que o poder neo totalitário e “democratizante à força” amplia a sua poderosa sombra e sempre com a sua poderosa e pesada luva de aço pendente sobre a cabeça de todos os que se opõem.

Vivemos num período de domínio absoluto da potência vencedora. E do seu liberalismo. As organizações discretas e secretas – imbuídas do seu fanatismo liberal - que dirigem os Estados Unidos e as suas repúbicas enfeudadas.

Porque – relembremos – desde a Liga de Delos e a pilhagem do Mediterrâneo, organizada por Atenas e o seu poderio talassocrático e imperial, nada mudou, nem progrediu.

Há os donos (os plutocratas) e há os escravos. Tudo o resto é só paisagem!

Logo, meus caros, só o poder das Nações (com vida própria e não enfeudada) é que pode permitir que os cidadãos sejam cidadãos e não meros escravos!

A economia deve servir a Nação e os seus filhos. Nunca e apenas os interesses da plutocracia imperial.

Por isso é este o meu sentido do nosso 1º Maio!


quarta-feira, abril 28, 2010

O namoro à antiga é muito bonito ...
















Pois quando há restrições e bloqueios as pessoas desenrascam-se...

As empresas de encontros matrimoniais em França resolveram de forma notável o facto de ser politicamente correcto (e quase obrigatório) a actual política de mestiçagem e de multi culturalismo.

Como? Facilmente.

Bastou escrever “Trouvez enfin des gens qui vous ressemblent“. Encontrem pessoas que realmente se pareçam com vocês...

Qualquer dia levam com um processo em cima, mas até lá folgam as costas ...

Vendam os euros ... a minha agência de notação dixit



Ou desculpem passar por cima e desfazer-vos todos. Não haja dúvida que ser educado é muito bonito.


Pois a aventura do euro em que fomos metidos à socapa pelos nossos brilhantes crânios (que mais não tem feito do que tentar destruir o Estado Nacional) está a dar o "berro".

As "brilhantes elites republicanas, laicas e xuxialistas" tem-nos prodigalizado nas últimas semanas com bastas provas do seu brilhantismo técnico-político.
Strauss-Kahn - ligado ao FMI dizia-nos - ainda foi este mês - que a deflação iria colocar a Grécia ao mesmo nível de competitividade da Alemanha ...

Agora leiam esta pérola de cultura:

"Não desembolsaremos de imediato e integralmente as somas necessárias. Será feito à medida das necessidades e - caso haja falha nos pagamentos - se necessário carregaremos imediatamente no travão.
Christine Lagarde, ministra francesa das finanças(e disse isso sem se rir).

Resumo: a união dos federastas não dará pilim à Grécia (nem a Portugal). Razão principal: ela também não tem dinheiro. A Alemanha tem, mas não quer sustentar vadios. Tanto mais que há eleições no próximo mês.

Ou seja, sigam o conselho cá deste vosso Amigo que agora se dá (também) ares de agência de notação financeira: Vendam os euros.

Escudo volta, estás perdoado!

segunda-feira, abril 26, 2010

Para ti Gino



Gino foi Paraquedista. Aí perdeu para sempre a sua mão esquerda. O que dificultou a sua clandestinidade.

Merece que lhe dediquemos este hino dos boinas verdes. Cantado em alemão numa versão avassaladora de Heidi Bruhl.

Que descanse - finalmente em paz!

Eu tinha um Camarada




O "nosso Gino" deixou-nos fisicamente no dia 24 de Fevereiro. Morreu de cancro. Ao fim de onze anos de prisão. Só hoje me informaram.

Razão tinha ele quando me dizia que se fosse preso "eles" deitavam fora a chave e só saía para o cemitério.

"Gino" para os portugueses que carpiram os seus dias de exílio em Espanha, Carlo Cicuttini para todos os Europeus foi um dos grandes - enormes - nacional revolucionários da Europa.

Preso (à traição) em 1998, após 26 anos de exílio e clandestinidade, finalmente ficou livre.



Nenhum de nós o esquecerá.

quarta-feira, abril 21, 2010

terça-feira, abril 20, 2010

Reflexão sobre o dia de hoje

"A sua melancolia, longe de torná-lo um ser esgotado, estimulava-o; o seu amor pela sua Pátria levou-o a centrar nela todos os seus sentimentos e pensamentos.

Enquanto Chateaubriand e Byron, procuraram em todo o lado a felicidade, usando e degradando as suas energias, Napoleão, pelo contrário, afirmou-se à volta da sua ideia fixa. Habitando , como eles, o mundo ideal não acarinhou as quimeras sem forma: Procurou sustentar o seu clan, organizar a sua Pátria."

Barres, Os desenraizados

Hoje e nesta data homenageio todos aqueles que souberam sonhar Pão e Poesia para a sua Cidade e que foram até ao limite, coerentes com a Tradição e com o Futuro.

Que grande bico a "estória" da casa dos ditos

Poema de Rodrigo Emílio, Música e Voz de José Campos e Spusa

segunda-feira, abril 19, 2010

Os aprendizes da matemática...


Ou os ambientalistas para a primária! Já!

Sabem meus caros. Eu fui educado nos obscurantistas anos da ditadura (ou dita mole, ou como "eles" chamam ao Estado Novo). Logo fui obrigado a saber um mínimo de matemática. Que raio de azar que tive. Em vez de curtir, fumar uns charros e dizer bué tive de matar a cabeça com aquela cena dos números que não serve para nada.

Isto, claro, faz-me ter cada baque que até ando de lado. No Público de hoje e sob a rubrica Ambiente lá vinha este mimo:
O vulcão islandês está a ser bom para o ambiente visto que o cancelamento das ligações aéreas diminui diariamente a emissão de CO2 em 200.000 toneladas. Por outro lado o tal de vulcão expele apenas 7,5 milhões de toneladas de CO2 por dia.

Sim leram bem, leram muito bem. Para a luminária ambientalista do Público 200 mil toneladas são superiores a 7,5 milhões de toneladas.

Que pena já não haver nas escolas primárias as orelhas de burro. Que falta que fazem!!!

quinta-feira, abril 15, 2010

Estes nossos jornalistas são um espanto!!!


E a ver vamos o que o próximos dias nos reservam.

Terreblanche foi assassinado. Todos o sabemos.

A primeira desculpa para a brutalidade do assassinato foi a de "salários em atraso". Logo os nossos "brilhantes jornalistas" declararam "urbi et orbi" que o facínora do fascista era um malandrim que não pagava o que devia. Quem não se recorda do editorial da nova directora do jornal Público.

Bem, mas essa não pegou. Não faz mal, inventa-se outra. Por exemplo o Terreblanche era homossexual. Bem até aí eles não podem dizer nada. Mas se acrescentarmos a isso umas pitadas de pedofilia a coisa começava a compor-se. Boa o fascista era pedófilo. Até houve quem dissesse que ele tinha um "vibrador negro de 35 cm enfiado no recto, bem como revistas gays debaixo da cama". Mas aí (e após a difusão dessas notícias pelos nossos queridos jornalistas) a coisa piou mais fino, porque a polícia desmentiu tudo.

Agora a desculpa é outra. Trata-se de auto defesa. Os dois assassinos sentiam-se ameaçados pelo ogre nazi e daí antes de serem barbaramente assassinados- pimba - mataram-no eles.

Esta até ver é a última. Claro que os nossos queridos e mimosos jornalistas vão-se deliciar com esta nova desculpa. Sim, porque a culpa de ser assassinado tem de ser do assassinado.

Pois é, lembrem-se da velha história do "bom selvagem" ameaçado pelo velhaco do "homem branco".

Essa sim é que é "politicamente correcta".

Ou seja - e como de costume - as "historietas" que vem na comunicação social é que são verdadeiras. A verdade é só uma: o que "eles" dizem é a verdade. Sim porque a Verdade não vende jornais!!!!

quarta-feira, abril 14, 2010

São loucos e ainda se levam a sério!



Já repararam que os "nossos políticos" estão em luta total para tentarem parar a islamização da nossa americanização

O caçador caçado!



Um dos autores da chacina é o antifa Garzon!

Os animais deviam ser todos fascistas, senão ele não se teria dedicado tanto!

Agora está em maus lençóis, mas já os seus sequazes querem agarrar os Juízes do Supremo espanhol (que se fartaram dos disparates do perseguidor do Pinochet) que decidiram dar-lhe a provar um pouco do veneno que ele habitualmente destila!

Vamos ainda ver muitas histórias desta "guerrinha"

Dia Mundial da Beijoquice



Há dias mundiais para tudo. O que "eles" inventam para estimular o que "eles" chamam o consumo privado!

Privado aqui aplica-se sobretudo ao siso!

Privados de Siso, é o que é!

terça-feira, abril 06, 2010

O 1148º agricultor branco assassinado



Aqui poderão ler o lindo postal de que vos tenho vindo a falar.O Sr. Desouche fala sobre o cadáver desfeito por barras de ferro de Terreblanche da forma que V. Ex.as poderão ler.
A vilania é demasiada. Quando vemos o ANC gritar e cantar a plenos pulmões "Matem o Boer" isso é bom. Quando os boers respondem isso é nazismo. Quem o diz não sou eu. É por exemplo o que nos diz num editorial nojento e abjecto a directora do Público. Morto por ter salários em atraso, diz a Senhora!!! Ao que chegámos!!!

Qualificar de grotesca a iconografia e imaginária europeia é o que está a dar.

Tenho pena! Mas também por outro lado devo declarar que foram eles os responsáveis. Não acreditaram que era preciso ajudar Portugal no pós 25. Acharam que não valia a pena. E não foi por falta de avisos

Paz à sua alma. Só que sabemos que não será o último. Preparem-se que muitos mais vão ser assassinados e sem qualquer censura dos europeus. Sim porque os maus da fita são os brancos que acham que são cidadãos africanos. Sim porque a África para os Africanos (leia-se pretos) é um slogan bom. A Europa para os Europeus é um slogan racista e fascista.

Enfim a velha hipocrisia a que infelizmente já estamos tãaaaooo habituados!

Grotescos são vocês



Vocês estão mortos, só que ninguém ainda vos disse isso!

Evola e a Grande Guerra Santa

Hoje estou fulo!

Acabo de ler um postal num blogue que costumo visitar. Um blogue que poderá ser considerado um local da tal fachoesfera epíteto em que a nossa esquerda catita nos costuma catalogar. Perto, muito perto da FN. Demasiado perto de Marine Le Pen. Talvez isso explique tudo!

A necessidade de ir buscar "credibilidade" para ter acesso à sopa dos pobres, que é como quem diz "ao banquete eleitoral", torna esta gente imune aos conceitos de honra e de fidelidade. São fraquezas, são vilanias. Modernices. De cedência em cedência até à derrocada final.

O seu militantismo não serve para a criação de um Homem novo, mais forte, mais inacessível. Serve somente para a sua auto satisfação, para o politicamente correcto.

Qual Evola, qual Guerra Santa, qual carapuça!

O reino da ignomínia não assentou arraiais apenas em Portugal.

O postal que vou publicar de seguida e o que antecedeu este são todos sobre o mesmo assunto.

Aviso a alguns

Não, não uivem como lobos. Vocês não passam de hienas.

Macacão à Valenciana



Não costuma ser este o meu registo bloguístico, mas depois de ver a atitude da escumalha nada mais me ocorre para dizer a esses energúmenos.
Vão pentear macacos!

Se a canalhice pagasse imposto, nem tínhamos o PEC



Um grupelho de ofendidos com o encerramento de um valenciano Centro de Saúde resolveu hastear bandeiras castelhanas na sua Cidade.

A vilania chegou ao ponto de colocar a bandeira inimiga em plena fortaleza de Valença. Símbolo máximo da Soberania Portuguesa na raia nortenha.

Em Lisboa quando um movimento monárquico - a Carbonara (Movimento Monárquico de Massas) - hasteou a Bandeira da Monarquia republicanizada da Carta (mas de qualquer forma foi Bandeira e Símbolo Nacional), logo a Polícia e a Procuradoria se empenharam em desfazer a afronta à rês pública.

Mas em Valença é diferente. (apesar da bandeira estrangeira ser de uma dita monarquia...). Nada se fez. Presteza policial em retirar o enxovalho colectivo que ondeia nas nossas muralhas nem vê-la. Devem estar a ensaiar o desfile com que vão comemorara os 100 da rês pública.

E já agora: Qual é a reacção das Forças Armadas Portuguesas? Ou estão todos muito preocupados - tal como o grande ordinário castrense - com a pedofilia na Igreja? ...

Canalhas! Canalhas! Canalhas!

quarta-feira, março 31, 2010

Até breve



Eu vou estar de férias uns diazinhos. Bem preciso.

Acima uma foto minha. Cansado, cheio de olheiras. Ah não sabiam que eu era bastante quixotesco? Pois sou, e com muita Honra. Mas até os Quixotes precisam de descansar.

A imaginação ao poder




Para a "investigação sobre o álcool". Esta é das melhores e mais imaginativas que eu já vi.

Melhor, melhor é só aquela que nos diz que o "25 do 4 foi uma revolução sem sangue".

Mas reparem que essa é imbatível!

Os democratas



Viram que nestas últimas eleições que decorreram na Europa - na Itália especificamente - houve uma cidade em que apenas votaram 2,5% dos inscritos...

Isto está-se a compor ...

Alguém que defenda a Igreja!



Depois de um membro da hierarquia ter insinuado a "mãozinha" da Maçonaria na actual campanha sobre a pedofilia nalgum clero, eis que finalmente surge alguém disposto a lutar. Até que enfim!

Tou tão curioso ...



... para saber como o licenciado em engenharia Sousa se vai limpar do falhanço do PEC...

Esta é verdadeiramente politicamente incorrecta

Como se pode descer tão baixo

A secção francesa do jornal Internacional Metro (igual ao "nosso"), propõe aos nossos estimados emigrantes (os “sans papiers”) uma feliz alternativa para ajudar esses desgraçados num momento de maior aflição intestinal: a bandeira francesa!

Lê-se naquele jornal gratuito: “os laureados da maratona da fotografia de Nice foram ontem designados. O júri ficou impressionado com esta imagem de Frédéric Laurent, na categoria de “politicamente incorrecto”, pelo que decidiu dar-lhe o prémio:


Ora aqui há um erro gravíssimo. A foto devia estar incluída na categoria politicamente correcto. Porque tem tudo o que “eles” gostam e defendem. O fim dos valores, dos símbolos pátrios, as certezas de que tudo é permitido aos emigrantes, etc.

Politicamente incorrecto seria uma foto deles a limparem o cú a uma bandeira argelina.

Mas isso seria pedir de mais.

Apostilha: Julgam que a justiça francesa fez alguma coisa face a este atentado a um Símbolo Nacional. Nã, tirem o cavalinho da chuva. Se a bandeira higiénica fosse por exemplo de Israel e o limpador um francês, podem ter a certeza que a esta hora já estava de cana. Isso sim é que é ser verdadeiramente “politicamente correcto”.

terça-feira, março 30, 2010

O sonho dos nossos progressistas



Pois é, "eles" bem nos querem convencer que não há nenhum perigo. Que os muçulmanos se vão "aggiornare"; que vão adaptar os "nossos lindos costumes"; que vão ser tão podres como "eles"...

Esperem pela pancada...

Cimeira Alemanha - Turquia


Ou a tentativa da Alemanha de incluir a Turquia na União Europeia.

Mas atentemos na imagem. Tudo indica que afinal foi a Turquia que já começou a "abarbatar"a grande Pátria alemã.

segunda-feira, março 29, 2010

Rodrigo Emílio - 6 anos de saudade



Nenhum grande movimento politico pode passar sem o concurso da Poesia. Um grande movimento politico só existe na medida em que seja um movimento poético.
Robert Brasillach

(Texto publicado no “Notre Combat” – Semanário político literário - Numero especial n°42 - Abril 1943)

Apostilha: Ontem pelas 12,30 estava junto do Nonas que a certa altura me disse: lembras-te onde estávamos faz hoje seis anos (hora por hora)? Claro que me lembrava. Foi a última vez que vi (vimos) o muito nosso Rodrigo Emílio vivo.

Coloquei esta frase de Brasillach como homenagem a ti. Estou certo que aprovarás o meu postal.

Um abraço aqui da Terra para o Lugar onde te encontras. Até breve!

sexta-feira, março 26, 2010

Adeus ao Eurito ...



Pois é os alemães já estão a ficar fartos da calanzice de alguns países do Euro. Eles só largaram o Marco porque lhes prometeram um euro forte. Mas com gregos e portugueses na paródia qualquer dia eles dizem-nos...

Volta Escudo, estás perdoado

quinta-feira, março 25, 2010

quinta-feira, março 18, 2010

Ai, se César estivesse vivo



Este seria o veredicto dele sobre os actuais ocupantes das cadeiras, cadeirinhas e cadeirões do "poder" "deste país".

Raios os partam!

O diabo que os carregue


... ou devia dizer, os Mercedes que os carreguem!!!

Hoje a nossa esquerda catita procura cavalgar o tigre da falência do liberalismo desenfreado, recorrendo aos velhos clichés leninistas, mas sem estarem dispostos a prescindirem das "datchas da nomenklatura". Não há dúvida que continuam iguais, mau grado todo o trabalho do Ivan Nunes...

O demónio do desespero


Coordenemos a nossa acção para não dar barraca!

Um mundo em que o Bem é o Bem e o Mal é o Mal. Este é o mundo que nós sonhamos para a nossa Nação!

Temos sempre razão quando somos fieis. Fiéis às Ideias, fieis às Tradições, fieis á Doutrina, fieis a uma Pátria construída e defendida ao longo de dezenas e dezenas de gerações.

Em tempos que aceleram vertiginosamente temos de continuar ligados para podermos continuar o combate. Disciplinadamente, tendo como pano de fundo alcançar os objectivos.

O “me ne frego” dos nossos valentes antecessores - hoje por hoje – é uma utopia. Precisa-se organização. Precisa-se fazer o trabalho de casa. Precisa-se ser militante. Precisa-se manter a chama. Alguns pensam (e eu também já pensei assim...) que o nosso objectivo – o da actual geração – é dar uma razão de combate aos que se nos seguirão.. Dar-lhes as técnicas, as Ideias, as Fidelidades, o Prestígio, a Honra, os valores da nossa Família e da nossa Pátria.

Todos sabemos que o nosso fulgor de militante, de combatente, tem vindo a esmorecer. Também as condições do combate têm mudado. Mas não enfiemos a cabeça no chão como avestruzes tontas. As razões objectivas da desmobilização das nossas fileiras não são fáceis de circunscrever. Estamos todos a verificar o espectro da desmobilização, o demónio do desespero.

Que fazer, perguntava Lenine e eu sigo-o.

A nossa maior dificuldade prende-se com a necessidade de conhecer o dever de cada um no combate que pretendemos levar a cabo. Como e onde devo actuar. Porquê, para quê? Qual é o meu dever, como me comprometo. Onde me comprometo? Até onde me comprometo?

Como devolver aos Portugueses a esperança de que a nossa Nação tem futuro, existe, comanda-nos! O fardo de centenas de anos de lutas está em cima de nós, vergando-nos ao esforço hercúleo de continuar Portugal. Principalmente agora que todos os actuais donos do poder querem liquidar de vez a nossa Pátria. O Portugal eterno não é a Bela Adormecida do Bosque que se possa acordar – qual Príncipe da historieta – com um chocho. Foram já decénios (para não dizer quase 160 anos – mas essa é outra historieta) de envenenamentos de todos os tipos. Bruxas más é o que aí não faltam!!! Por vezes parece-nos que a actual geração da nossa Pátria já está completamente formatada pelas ideias dos inimigos. Mas tem cura, tenho a certeza que tem!

As condições do nosso combate mudaram. Até a própria sobrevivência como brancos não escravizados vai ser equacionada. Os valores europeus estão em vias de desaparecer para todo o sempre!

Logo a estratégia passa por:
1. Questionarmo-nos sobre o que se passa e o que podemos fazer
2. Lançar pistas de actuação
3. Tentar experiências concretas.

Quanto a tudo o resto mantenha-se o compromisso, a mobilização enquanto a grande guerra santa (de que nos fala Evola) se desenrola.

Mantenha-se o mais que legítimo compromisso militante. Tenhamos a ética do guerreiro.

Mas acima de tudo, se é preciso construir (e todos sabemos que o é) temos que criar fundações bem sólidas. Porque tal como nos ensinou Charles Maurras não se pode construir sobre um areal !
Apostilha: É por essas e por outras que – na minha proveta idade – voltei a assumir-me como Militante. Disposto a assumir o papel que o destino me possa designar dentro da única Organização que – de momento - pode dar uma novo alento a Portugal: o PNR.

Segredo bem guardado ...



Tinham corrido boatos nos mentideros da época. Mas tudo desmentido e veementemente!

Mas, mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo...

Hoje na revista Sábado e para além da insónia do Marocas à espera das massitas que os alemães fizeram o favor de nos mandar de avião para o Banco de Portugal poder abrir as portas, em dia aziago para as finanças deste país, soube-se finalmente que as "senhas de Racionamento já estavam impressas e prontas a entrarem em circulação no ano de 1978.

Na altura o deficit era de 14%. Este ano chegou quase aos 10%.

Não sei se os meus estimados leitores já se aperceberam que desde o 25 do 4 todos os anos temos deficits.

E que antes do 25 (e com 3 guerras ao mesmo tempo!!!) não tínhamos dessas coisas. Enfim, mais uma conquista irreversível. Enquanto a estranja nos emprestar dinheiro a luta continua...

quarta-feira, março 17, 2010

Dedicado às nossas queridas ginecocráticas ...




Esperem pela pancada e depois não se queixem que não foram avisadas ...

Ave socrática ...

Esta idade também é bela...


Cada idade tem a sua beleza e essa beleza deve sempre ser uma liberdade.


Robert Brasillach

Muito melhor que qualquer Disney...



E não se esqueçam: o dono do cão vem cá em Novembro.

Isto é que vai ser orgamástico para os do sistema. Vai ser o Novembro mais erótico de todos os tempos "neste país" (como "eles" chamam a Portugal)

quinta-feira, março 04, 2010

A Liberdade guiando o povo ...



Depois dos dois postais anteriores só me apetece publicar esta imagem!

Penso que já não estamos no que "eles" chamam de "democracia", estamos numa pos - democracia, ou lá como queiram chamar a esta coisa em que vivemos!

Apostilha: chamo-lhe "pos democracia" no seguimento das "belas ideias" do Gianfranco Fino que também inventou o "pos fascismo" ou lá o que aquilo é ...

Salvemos a Polónia!!!



Ou até o Tribunal dos Tratantes nos "mija" em cima...

O Tribunal Europeu dos Direitos do Homem abriu o caminho a que a Polónia seja obrigada a fazer casamentos homosexuais.

O Tribunal de Estrasburgo, anteontem deu razão a um sodomita polaco que exigia habitação social em Szczecin, após a morte do seu concubino e que era o locatário da casa.
Os Tribunais Polacos (ou seja de uma Pátria decente) declararam que o arrendamento hereditário só se aplicava a casais normais.

O Tribunal lá dos tratantes de Lisboa não reconhece à Polónia a capacidade de defender a "família tradicional".E que o tratamento diferente entre as pessoas normais e os homossexuais era uma discriminação, logo ilegal.

Para motivar a sua decisão lá os estrasburguianos justiceiros declararam que a Polónia era obrigada a ter em conta a evolução da sociedade.

Ou seja o processo de homossexualização de toda a Europa está protegido pela lei...

Contra os parvos dos normais, marchar, marchar ...
Faz como Bruxelas manda ou lixas-te foi esse o recado dado...



Terminou, para já ...



Ernst Zundel, condenado a 7 (sete) anos de prisão por delito de "escritos negacionistas" saiu da prisão de Mannheim, na Alemanha, na passada segunda feira.

À saída - e já depois de ter completado 70 anos de idade ainda na cárcere - duas dezenas de amigos esperavam-no com flores.

"Estou livre após 7 anos, três semanas e três prisões (em 3 países diferentes), disse Zundel.

Ernst Zundel sempre afirmou que apenas exerceu o seu direito à livre expressão, mas as democracias não vão muito nessa cantiga, digo eu...

Fonte:
http://fr.canoe.ca/infos/international/archives/2010/03/20100301-165225.html

terça-feira, março 02, 2010

terça-feira, fevereiro 23, 2010

Loucos varridos!


Os loucos varridos dos politicamente correcto resolveram fazer publicar hoje estas fotos nos principais jornais franceses como publicidade.
É claro que a campanha é subsidiada com fundos públicos...
Para o Júlio de Matos já.
Eu sou fumador. Não sou bicha, nem tricha!!! Não sou submisso nem faço sexo oral obrigado. Não sou masoquista. Palavra se os meninos cá deste lamaçal em que nos meteram se atrevem a publicar estas imagens em Portugal eu vou-me a "eles". Ai vou, vou.

sexta-feira, fevereiro 19, 2010

Coitado, ele só escreveu ...



Isto. claro, passa-se em Nimes - França, em 1944.

O desgraçado só levou a carga de porrada que levou por ter escrito uns artigos.
Depois lá foi fuzilado.

Mas isto é óbvio que só se poderia passar em França. Em Portugal nunca!

Apostilha: qualquer semelhança com o presente é pura coincidência.

quinta-feira, fevereiro 18, 2010

Eu vou!



à manif de dia 20.

Porque sempre acreditei que o Homem foi feito para a Mulher e a Mulher para o Homem. E que uma sociedade sã, principalmente num mundo em descalabro, é vital para o futuro.

Parabéns Rodrigo Emílio



Farias hoje 66 anos. Continuas lembrado por todos nós.

Apetece-me compartilhar contigo um pensamento de hoje de manhã. E tem tudo a ver contigo:

A ortodoxia é e provém do Belo, e o Belo é sempre fracturante, subversivo.

Numa sociedade e numa época que é feia – mesmo asquerosamente feia – o Belo é o escândalo absoluto.

Como se tu o não soubesses!