quarta-feira, outubro 17, 2007

O climatério

Ou o mal da idade ...

Pois é: isto de ser Nobel (nalgumas categorias) tem que se lhe diga. Nestes últimos anos, tem por lá passado desde os maiores facínoras até às personagens mais ridículas. Mediáticos, todos, sem dúvida. Mas espremido aquilo vale muito pouco. Parece que os de Estocolmo entraram no climatério.

A última novidade foi o da “Paz” para um tal de Gore que resolveu abichar umas massas à conta do clima. Conferências (pagas a preço de ouro) é com ele, e agora ainda vão ser bem mais esdrúxula e opiparamente cobradas. E vão ver se eu não tenho razão.

No dia seguinte a um Tribunal inglês ter declarado que os erros grosseiros do seu filme não inibiam a exibição do mesmo (com royalties pagas, como é óbvio) nas Escolas Inglesas, “desde que os professores expliquem aos alunos esses erros” (de palmatória, digo eu), lá os de Estocolmo lhe deram o referido “nobelito” ( e correspondente milhão)

E assim vai o mundo. Os maiores dislates são premiados. Depois, daqui a uns anos todos se vão rir destes personagens.

Não acreditam. Vejamos três de vários exemplos que eu poderia invocar:

Em 1970, o holandês Addeke Boerman, director geral da FAO (organismo da ONU, responsável pela alimentação) afirmava alto e bom som que em 1985 “faltarão 2,6 milhões de toneladas de proteínas para alimentar a humanidade” a menos que se reduzisse substancialmente a população humana.

Por essa altura também o cientista alemão Paul Ralph Ehrlich declarava que a poucos anos de distância a água seria racionada nos Estados Unidos e que em 1980 chegaria a altura do racionamento de alimentos. De recordar que nos anos 60/70 a população usa era de cerca de 200 milhões e que hoje se aproxima dos 300 milhões. E quanto a racionamento estamos falados.

Ainda nos anos 70 quem não se recorda dos muitos e variados catastrofistas (do MIT, ou como diziam os nossos intelectuais "eme ai ti" que diziam que o petróleo se extinguiria definitivamente nos finais de 1996, máximo 1997. Vê-se. Hoje conhecem-se mais reservas de petróleo do que nos anos 70, apesar do brutal consumo em mais de três décadas.

O que isto tem de dramático não são as patacoadas de uns “cientistas”. Só não erra quem nada faz. O que custa é o silêncio dos “media” e dos “políticos” sobre estes disparates. Sempre que alguém (no campo científico) contesta estas maravilhosas opiniões é logo apodado de “estar ao serviço dos lobbies do petróleo, etc”. Ou seja cria-se a ideia, no público, que de um lado estão os bons – os que pensam e dizem coisas certas – e do outro estão uns sujeitinhos pagos pelos interesses financeiros dos capitalistas gananciosos e cujas opiniões são meros disparates cobrados a peso de ouro.

O que custa, repito, é que já houve (por causa de todos esses disparates dos anos 60 e 70 do passado século e em que também os neo-malthusianos e os da “geografia da fome” prevaleciam) consequências bem graves para os países (oficialmente mais bem “informados”) europeus, com quedas dramáticas de natalidade, que colocam em causa a sustentabilidade cultural, económica e rácica de todo um continente (o que nos vale é o Leste que não sofreu esta desinformação toda).

Vamos ser racionais. É óbvio que tem de haver contenção. É óbvio que tem de haver alternativas. É óbvio que não se pode continuar (impunemente) a deitar toneladas e toneladas de gases para a atmosfera.

Mas também é óbvio que quem decide tem de ter informação correcta. De todos os lados, sujeita a escrutínio e acompanhamento permanente. O que não se pode é continuar a aceitar, sem qualquer contraditório, afirmações que podem (e a experiência já nos demonstrou que sim) serem completos disparates. Porque se pode cair noutro erro. Que é o de pensar que tudo o que “eles” dizem são completos disparates. (acho que a posição americana sobre Quioto tem muito a ver com isto...)

Ou seja não podemos acreditar, repito, sem escrutínio, tudo o que de um lado e do outro nos dizem. E aí é que se poderá distinguir quem está de boa fé ou quem apenas quer abichar umas massas ou à conta dos papalvos ou dos da indústria.
Como em tudo na vida tem de haver bom senso e acima de tudo bons estudos!

2 comentários:

Altermedia disse...

http://pt.altermedia.info/geral/violencia-contra-os-nacionalistas_462.html

Após as recentes ameaças contra Alain Soral, presidente de Unidade & Reconciliação e activista da Frente Nacional francesa, por parte dos identitários franceses, eis um pouco do historial de violência desse movimento.

A agressão como único argumento

Durante muitos anos os nacionalistas da França e da Valónia tiveram de se resguardar dos comandos de excitados marxistas ou sionistas. Organizar uma manifestação, ter uma reunião, fazer uma distribuição de panfletos, não era geralmente uma coisa cómoda, era necessário prever sempre a eventualidade duma agressão por parte de elementos violentos que beneficiavam da vantagem numérica.

Tendo os movimentos de extrema-esquerda conhecido um sério recuo e estando os sionistas menos virulentos, os militantes nacionalistas poderiam esperar levar adiante o seu combate em melhores condições de segurança. Ora não foi o que aconteceu, desde há três anos, um número não negligenciável de quadros do movimento nacional foram vítimas de agressões selectivas, enquanto outros foram ameaçados. O último caso conhecido nesta data (8 de Setembro, 2005) é o do co-responsável técnico da página de Internet de contra desinformação Altermedia que foi atacado no seu domicílio, no final do mês de Agosto, por bandidos com pretensões políticas que o nosso camarada, ainda que ferido, conseguiu por em fuga.

Estas violências repetidas não tinham sido até agora muito mediatizadas pela simples razão de que poderiam prejudicar o movimento nacional uma vez que as vítimas são nacionalistas e os agressores também o são (ou pelo menos pretendem sê-lo). Os agredidos e as testemunhas das violências preferiram até agora não tornar estes factos públicos a fim de não manchar a imagem da nossa corrente política. Mas a persistência das ameaças e das agressões – que se traduz pela utilização de armas brancas e de golpes tais que já foi necessária uma hospitalização – já não permite tergiversar.

Cronologia dos factos

2003

Mal tinha sido criado uma nova página solidarista quando o seu webmaster foi ameaçada de violência por correio electrónico e por mensagens telefónicas. O autor destas é um dos principais quadros dos Identitários.

Em Nancy, o responsável local das Juventudes Identitárias abandona-as em desacordo com a sua linha política. É imediatamente ameaçado por telefone pelo responsável nacional desta organização. Pouco tempo depois, o átrio do seu imóvel é coberto de inscrições denunciando-o nominalmente como “nazi”, inscrições similares são feitas no seu bairro.

Em Toulouse, o antigo secretário-geral do movimento Unité Radicale é agredido por dois militantes das Juventudes Identitárias à saída duma reunião pública.

Em Paris, aquando das Jornada da Identidade, Eddy M., ex conselheiro regional da FN e do MNR e ex membro da direcção de Unité Radicale é chamado à parte e atacado por um dirigente nacional das Juventudes Identitárias.

2004

Em Paris, aquando do colóquio do GRECE, um comando de militantes das Juventudes Identitárias ataca o stand duma editora livreira e agridem fisicamente os seus responsáveis.

Em Dezembro, uma manobra conjunta é organizada para travar a página da Altermedia. Um dos responsáveis técnicos que não se deixou intimidar é ameaçado, bem como a sua família, por correio electrónico e mensagens telefónicas. O autor destas ameaças é, aqui também, um dos principais quadros dos Identitários.

2005

Em Nice, numa reunião organizada para apresentar a página Altermedia e o seu trabalho é atacada por um comando de militantes das Juventudes Identitárias conduzido pelo seu principal dirigente. O orador é atacado a golpes de matraca e ferido no rosto por uma arma branca.

No mesmo dia, o organizador da reunião é vítima duma emboscada na livraria nacionalista da cidade e violentamente atacado, tendo sido hospitalizado com um traumatismo craniano. O autor destas agressões é, ainda aqui e sempre, um dos principais quadros dos Identitários.

No final de Junho, dois militantes das Juventudes Identitárias de Toulouse, que manifestaram dúvidas acerca da linha política da sua organização são espancados aquando duma reunião privada da organização.

Nos finais de Agosto o co-responsável técnico da agência Altermedia é agredido no seu domicílio. Um dos agressores é o animador principal da revista “Identitaire” e outro é um dirigente dos Identitários Valónia-Bruxelas.

A tudo isto, é necessário adicionar as constantes pressões sobre os meios de informação e as livrarias do movimento para que se abstenham de promover as obras ou os autores que não lhes agradam, bem como as difamações sistemáticas das iniciativas de imprensa que são um sucesso (como foi recentemente vítima um trimestral metapolítico sobre “o verdadeiro fórum”).

Porquê? A proveito de quem?

Primeira hipótese: trata-se de psicopatas megalómanos que, incapazes de se imporem pelas suas qualidades intelectuais, políticas ou militantes, decidiram criar o seu próprio espaço na cena nacional eliminando os seus concorrentes pela eliminação?

A utilização de tais métodos para um resultado nulo em termos de benefício social e financeiro explica-se mal num meio político já de si tão pouco representado.

Segunda hipótese: O sistema tem necessidade de provocadores para montar as suas manipulações anti-nacionalistas. E isto, tanto mais que uma estranha impunidade parece proteger os Identitários: as queixas feitas não têm qualquer efeito, a acção judicial por reconstituição de organização dissolvida é enterrada (burocraticamente) etc.

Se esta última hipótese se revelasse exacta, ela explicaria porque é que os quadros e os responsáveis que mais se opõem a toda a provocação no seio do movimento nacionalista, são visados sistematicamente. Ela explicaria também porque é que encontramos os agressores tão amplamente empenhados em diversas operações anti-Frente Nacional (candidaturas parasitas, apoio a iniciativas cisionistas, promoção no seio da cena nacional de de Villiers e do MPF [aliados do grupo ID do parlamento europeu, representado em Portugal pelo PND – nde], etc).

É necessário, desde logo, concluir que os dirigentes dos Identitários são por um lado pagos e pelo outro manipulados.

Para consulta do original: http://fr.altermedia.info/general/violence-contre-les-nationalistes_7684.html

Anónimo disse...

LEI LIBERTA RECLUSOS

A primeira consequência da entrada em vigor das alterações às leis penais foi a libertação de reclusos que passaram a estar com excesso de prisão preventiva, devido à redução dos prazos.

VIOLADOR SOLTO

Fábio Cardoso, condenado a 12 anos de prisão pelos abusos sexuais que levaram à morte de Daniel, de seis anos, saiu em liberdade no dia 15 por excesso de prisão.

HOMICIDAS NA RUA

Os três homens condenados a 22 anos de cadeia pela morte do inglês John Turner também saíram da cadeia por excesso de prisão, uma vez que o processo está em fase de recurso.